Economia

China encerrou o ano como o maior parceiro comercial do Brasil

Paí também é o maior destino das exportações nacionais.

Valor Econômico
03/01/2013 10:54
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Conforme previsto pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a China fechou o ano passado como principal origem das importações brasileiras, desbancando os Estados Unidos. O país asiático também já ocupava e mantém o posto de maior destino das exportações nacionais.
O Brasil comprou US$ 34,248 bilhões da China no ano passado, alta de 4,4% sobre 2011, quando as compras somaram US$ 32,790 bilhões.
As importações provenientes da China responderam por 15,3% de todas as compras externas feitas no ano passado pelo Brasil. Em 2011 a participação havia sido de 14,5%.
Os Estados Unidos ficaram em segundo lugar. De lá vieram 14,6% (US$ 32,603 bilhões) de todas as importações feitas pelo Brasil. Em 2011 a fatia vinda dos EUA foi de 15,1%.
A Argentina aparece em terceiro lugar nesse ranking de importação. O Brasil comprou do país vizinho US$ 16,444 bilhões em 2012, ou o equivalente a 7,4% do total importado no ano.
Exportações cresceram somente para os EUA
No ano passado o Brasil exportou menos que em 2011 para quase todos os principais blocos econômicos listados pelo ministério. O único aumento nos embarques foi registrado para os Estados Unidos, com alta de 3,5%, pela média diária.
As vendas de mercadorias para a Europa Oriental caíram 16,4% no período - umas das maiores retrações entre os destinos listados. Segundo o ministério, isso foi resultado de menores vendas de açúcar, soja em grão, café e químicos inorgânicos.
Para o Mercosul o Brasil exportou 14,1% a menos na comparação, sendo que a retração foi de 20,7% considerando apenas a Argentina. Houve queda nos embarques de automóveis, aparelhos eletroeletrônicos e minério de ferro.
As vendas para a América Latina e Caribe, exceto o Mercosul, caíram 8,6% no ano passado, ante 2011.
No caso da Ásia a queda foi de 1,8% nas exportações. Somente para a China a retração foi de 7%. Nesses casos pesou a menor venda de minério de ferro, celulose e açúcar.
As exportações para a União Europeia foram reduzidas em 7,7%. Para a África as vendas recuaram ligeiramente, 0,1%.

Conforme previsto pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a China fechou o ano passado como principal origem das importações brasileiras, desbancando os Estados Unidos. O país asiático também já ocupava e mantém o posto de maior destino das exportações nacionais.


O Brasil comprou US$ 34,248 bilhões da China no ano passado, alta de 4,4% sobre 2011, quando as compras somaram US$ 32,790 bilhões.


As importações provenientes da China responderam por 15,3% de todas as compras externas feitas no ano passado pelo Brasil. Em 2011 a participação havia sido de 14,5%.


Os Estados Unidos ficaram em segundo lugar. De lá vieram 14,6% (US$ 32,603 bilhões) de todas as importações feitas pelo Brasil. Em 2011 a fatia vinda dos EUA foi de 15,1%.


A Argentina aparece em terceiro lugar nesse ranking de importação. O Brasil comprou do país vizinho US$ 16,444 bilhões em 2012, ou o equivalente a 7,4% do total importado no ano.



Exportações cresceram somente para os EUA


No ano passado o Brasil exportou menos que em 2011 para quase todos os principais blocos econômicos listados pelo ministério. O único aumento nos embarques foi registrado para os Estados Unidos, com alta de 3,5%, pela média diária.


As vendas de mercadorias para a Europa Oriental caíram 16,4% no período - umas das maiores retrações entre os destinos listados. Segundo o ministério, isso foi resultado de menores vendas de açúcar, soja em grão, café e químicos inorgânicos.


Para o Mercosul o Brasil exportou 14,1% a menos na comparação, sendo que a retração foi de 20,7% considerando apenas a Argentina. Houve queda nos embarques de automóveis, aparelhos eletroeletrônicos e minério de ferro.


As vendas para a América Latina e Caribe, exceto o Mercosul, caíram 8,6% no ano passado, ante 2011.


No caso da Ásia a queda foi de 1,8% nas exportações. Somente para a China a retração foi de 7%. Nesses casos pesou a menor venda de minério de ferro, celulose e açúcar.


As exportações para a União Europeia foram reduzidas em 7,7%. Para a África as vendas recuaram ligeiramente, 0,1%.

 

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