Energia

CCEE contabiliza mais de 83 mil MW comercializados em março

Dados constam no boletim InfoMercado.

Ascom CCEE
19/05/2014 18:21
Visualizações: 1144

 

No mês de março, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) contabilizou 18.267 contratos de compra e venda de energia elétrica, o que significa 83.439 MW médios comercializados nos Ambientes de Contratação Regulada (ACR) e Livre (ACL). Os dados constam do boletim InfoMercado, publicado mensalmente pela CCEE com os principais resultados das operações realizadas no setor.
No ambiente livre, a CCEE contabilizou 8.896 contratos de compra que somam um volume sazonalizado de 40.699 MW médios. A maior parte é para prazos longos: as negociações que envolvem fornecimento por mais de quatro anos corresponderam em março a 42,7% do volume total envolvido nos contratos registrados na CCEE, enquanto apenas 0,7% foram de contratos mensais e 1,7% com duração de até cinco meses.
Em relação ao consumo, foi apurada expansão de 3,3% frente a março de 2013 - no período, a demanda passou de 61.130 MW médios para 63.124 MW médios quando considerados os ambientes livres e regulado. Já na comparação com fevereiro deste ano (66.478 MW médios) houve queda de 5%.
O mercado livre foi responsável pelo consumo de 16.104 MW médios em março de 2014, o que representa 26% do total consumido no país. Tanto na comparação com fevereiro deste ano, como frente a março do ano passado, houve uma variação mínima de consumo no ACL - da ordem de 0,4% e 0,3%, respectivamente.
Com 3.172 MW médios, o ramo de metalurgia e produtos de metal puxou o consumo no ambiente livre. Foi seguido pelo segmento químico, com consumo de 1.662 MW médios; extração de minerais metálicos e não-metálicos, com 1.658 MW médios; e por bebidas e alimentos, com 967 MW médios.
Geração
Já consideradas as perdas na rede básica, a CCEE registrou em março um total de 63.152 MW médios gerados, frente a 61.159 MW médios em março de 2013 - o que representa crescimento de 3,3%. Já na comparação com fevereiro deste ano, houve queda na geração da ordem de 5% (de 66.505 MW médios para 63.152 MW médios), acompanhando a tendência de queda do consumo.
A geração das hidrelétricas teve retração de 9% entre fevereiro e março de 2014 (de 48.965 MW médios para 44.563 MW médios) e queda de 2,3% (45.621 MW médios para 44.563 MW médios) na comparação com o mesmo período de 2013. Já a produção das termelétricas teve aumento de 4,6% na comparação com fevereiro/14 e de 27% frente a março de 2013.
Entre as térmicas, a produção das usinas movidas à biomassa chama a atenção. Mesmo em um período de entressafra da cana de açúcar, que gera insumo para a produção termelétrica, foi registrado crescimento de 123,7% na comparação com março de 2013, com a produção saltando de 299 MW médios para 669 MW médios.
As pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) contribuíram com 2.693 MW médios, o que representa alta de 19,9% na comparação com o mês anterior e queda de 9,8% frente a março de 2013.
Os parques eólicos geraram, em março de 2014, 756 MW médios, montante 19,6% superior ao volume registrado em março de 2013 e 7,9% inferior ao registrado em fevereiro de 2014.

No mês de março, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) contabilizou 18.267 contratos de compra e venda de energia elétrica, o que significa 83.439 MW médios comercializados nos Ambientes de Contratação Regulada (ACR) e Livre (ACL). Os dados constam no boletim InfoMercado, publicado mensalmente pela CCEE com os principais resultados das operações realizadas no setor.

No ambiente livre, a CCEE contabilizou 8.896 contratos de compra que somam um volume sazonalizado de 40.699 MW médios. A maior parte é para prazos longos: as negociações que envolvem fornecimento por mais de quatro anos corresponderam em março a 42,7% do volume total envolvido nos contratos registrados na CCEE, enquanto apenas 0,7% foram de contratos mensais e 1,7% com duração de até cinco meses.

Em relação ao consumo, foi apurada expansão de 3,3% frente a março de 2013 - no período, a demanda passou de 61.130 MW médios para 63.124 MW médios quando considerados os ambientes livres e regulado. Já na comparação com fevereiro deste ano (66.478 MW médios) houve queda de 5%.

O mercado livre foi responsável pelo consumo de 16.104 MW médios em março de 2014, o que representa 26% do total consumido no país. Tanto na comparação com fevereiro deste ano, como frente a março do ano passado, houve uma variação mínima de consumo no ACL - da ordem de 0,4% e 0,3%, respectivamente.

Com 3.172 MW médios, o ramo de metalurgia e produtos de metal puxou o consumo no ambiente livre. Foi seguido pelo segmento químico, com consumo de 1.662 MW médios; extração de minerais metálicos e não-metálicos, com 1.658 MW médios; e por bebidas e alimentos, com 967 MW médios.


Geração

Já consideradas as perdas na rede básica, a CCEE registrou em março um total de 63.152 MW médios gerados, frente a 61.159 MW médios em março de 2013 - o que representa crescimento de 3,3%. Já na comparação com fevereiro deste ano, houve queda na geração da ordem de 5% (de 66.505 MW médios para 63.152 MW médios), acompanhando a tendência de queda do consumo.

A geração das hidrelétricas teve retração de 9% entre fevereiro e março de 2014 (de 48.965 MW médios para 44.563 MW médios) e queda de 2,3% (45.621 MW médios para 44.563 MW médios) na comparação com o mesmo período de 2013. Já a produção das termelétricas teve aumento de 4,6% na comparação com fevereiro/14 e de 27% frente a março de 2013.

Entre as térmicas, a produção das usinas movidas à biomassa chama a atenção. Mesmo em um período de entressafra da cana de açúcar, que gera insumo para a produção termelétrica, foi registrado crescimento de 123,7% na comparação com março de 2013, com a produção saltando de 299 MW médios para 669 MW médios.

As pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) contribuíram com 2.693 MW médios, o que representa alta de 19,9% na comparação com o mês anterior e queda de 9,8% frente a março de 2013.

Os parques eólicos geraram, em março de 2014, 756 MW médios, montante 19,6% superior ao volume registrado em março de 2013 e 7,9% inferior ao registrado em fevereiro de 2014.

 

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