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Espírito Santo

Casagrande quer rediscutir royalties de petróleo

01/11/2010 | 17h06

O governador eleito do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), afirmou ontem que pretende incluir quatro assuntos na agenda de discussão com o governo federal no governo de Dilma Rousseff (PT): partilha dos royalties de petróleo, obras de infra-estrutura, a implantação do sistema nacional de segurança pública e atuação direta na saúde.

 

Ele disse que estes são assuntos chaves para o estado, no entanto não descartou a possibilidade de resolver pelo menos a discussão sobre a partilha dos royalties ainda no governo Lula.

 

"A solução sobre os royalties de petróleo ainda está pendente. Espero que o presidente Lula resolva até o final do ano, porém se isso não acontecer é um assunto para a agenda do próximo ano. Dilma já acompanha este assunto a mais tempo e tenho certeza que vai nos ajudar na coordenação do entendimento", comentou.

 

Em relação ás obras de infra-estrutura, Casagrande disse que o Espírito Santo tem muitas necessidades e que vai buscar os recursos necessários dentro das responsabilidades do governo federal. Ele listou como obras prioritárias como a ampliação do aeroporto de Vitória, as reformas das rodovias BR-101 e BR-262 e a modernização e dragagem do porto de Vitória.

 

De uma maneira mais ampla, Casagrande disse ainda que quer entrar em discussões nacionais como um programa mais intenso de implantação do Sistema Nacional de Segurança Pública e uma atuação mais direta da União na saúde.

 

Composição

 

O novo governador capixaba também assegurou que vai manter a promessa de fazer esforços para levar o seu aliado Paulo Hartung (PMDB) para compor o governo federal, apesar de reconhecer que ainda não há discussões abertas sobre a composição do novo governo.

 


"Não sei se, de fato, Hartung quer ir para o governo federal , mas vou fazer esforço e ajudar a levá-lo para compor o novo governo. Hartung é do PMDB, mas faz parte da chapa que me elegeu e se eu fosse o presidente da república eleito, eu o chamaria para compor porque hoje ele é um dos governadores mais bem avaliados do país e tem muito para contribuir", finalizou.

 



Fonte: Estadão
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