Eletricidade

Carga de energia do Sistema Nacional cresce 5,4% em setembro

Dados foram divulgados pelo ONS.

Agência Brasil
09/10/2013 16:06
Carga de energia do Sistema Nacional cresce 5,4% em setembro Imagem: Stock XCHNG Visualizações: 609

 

A carga de energia gerada pelas usinas que integram o Sistema Interligado Nacional (SIN) cresceu 5,4% em setembro passado, em comparação ao mesmo mês do ano passado. Em relação a agosto, aumentou 1,4%, acumulando nos últimos 12 meses alta de 3,9% ante igual período anterior. Os dados constam do Boletim de Carga Mensal, divulgado hoje (9) pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).
Por subsistemas, o maior aumento da carga de energia foi observado no Norte do país na ordem de 25,3%, comparativamente a setembro de 2012. Segundo os técnicos do ONS, a expansão pode ser explicada pela integração de Manaus ao Sistema Interligado Nacional, desde julho deste ano, o que refletiu também na taxa de crescimento do sistema. A região concentra os grandes consumidores eletrointensivos (como grandes complexos industriais, por exemplo) conectados à rede básica de energia. O subsistema teve crescimento em relação a agosto de 0,3%, e nos últimos 12 meses de 6,1%.
Os subsistemas Nordeste e Sul também apresentaram crescimento em setembro, em comparação ao mesmo mês do ano passado, de 6,6% e 6,4% respectivamente. Na análise do ONS, a taxa reflete a continuidade do bom desempenho da agroindústria, na região Sul; e do crescimento da renda e da expansão do crédito, que impulsiona o consumo das famílias, no Nordeste. Na comparação com agosto deste ano, porém, verificou-se redução da carga de 0,7% no subsistema Sul. O subsistema Nordeste permaneceu com alta de 4,1% no mesmo período. No acumulado dos últimos 12 meses, houve crescimento da carga de energia em ambos os subsistemas, atingindo 4,6%, no Sul; e 7,4%, no Nordeste.
A menor alta foi registrada no subsistema Sudeste/Centro-Oeste (2,6%). Embora participe com 60% na carga total do SIN, o subsistema foi afetado pelo comportamento da indústria, que ainda se mantém em trajetória de recuperação lenta, destacou o boletim. Na comparação com agosto de 2013, a taxa evoluiu 1,4% e alcançou crescimento de 2,7% nos últimos 12 meses, em relação ao mesmo período anterior.

A carga de energia gerada pelas usinas que integram o Sistema Interligado Nacional (SIN) cresceu 5,4% em setembro passado, em comparação ao mesmo mês do ano passado. Em relação a agosto, aumentou 1,4%, acumulando nos últimos 12 meses alta de 3,9% ante igual período anterior. Os dados constam do Boletim de Carga Mensal, divulgado hoje (9) pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Por subsistemas, o maior aumento da carga de energia foi observado no Norte do país na ordem de 25,3%, comparativamente a setembro de 2012. Segundo os técnicos do ONS, a expansão pode ser explicada pela integração de Manaus ao Sistema Interligado Nacional, desde julho deste ano, o que refletiu também na taxa de crescimento do sistema. A região concentra os grandes consumidores eletrointensivos (como grandes complexos industriais, por exemplo) conectados à rede básica de energia. O subsistema teve crescimento em relação a agosto de 0,3%, e nos últimos 12 meses de 6,1%.

Os subsistemas Nordeste e Sul também apresentaram crescimento em setembro, em comparação ao mesmo mês do ano passado, de 6,6% e 6,4% respectivamente. Na análise do ONS, a taxa reflete a continuidade do bom desempenho da agroindústria, na região Sul; e do crescimento da renda e da expansão do crédito, que impulsiona o consumo das famílias, no Nordeste. Na comparação com agosto deste ano, porém, verificou-se redução da carga de 0,7% no subsistema Sul. O subsistema Nordeste permaneceu com alta de 4,1% no mesmo período. No acumulado dos últimos 12 meses, houve crescimento da carga de energia em ambos os subsistemas, atingindo 4,6%, no Sul; e 7,4%, no Nordeste.

A menor alta foi registrada no subsistema Sudeste/Centro-Oeste (2,6%). Embora participe com 60% na carga total do SIN, o subsistema foi afetado pelo comportamento da indústria, que ainda se mantém em trajetória de recuperação lenta, destacou o boletim. Na comparação com agosto de 2013, a taxa evoluiu 1,4% e alcançou crescimento de 2,7% nos últimos 12 meses, em relação ao mesmo período anterior.

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