Formação

Candidatos do PsF que iriam a Portugal podem ir a outros países

Instituições não alocariam elevado número de estudantes.

Agência Brasil
05/03/2013 10:27
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Candidatos ao Programa Ciência sem Fronteiras (CsF) para estudos em Portugal terão a oportunidade de transferir as inscrições para os Estados Unidos, o Reino Unido, a Austrália, o Canadá, a França, a Alemanha, a Itália ou para a Irlanda. Ao todo serão contemplados com a medida 9.691 candidatos que apresentaram pontuação acima de 600 no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), qualificação condizente com os critérios do programa. Não será exigido o nível de proficiência pedido nos editais específicos para os programas.
De acordo com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), "não é viável alocar esse elevado número de estudantes nas instituições portuguesas" e informa que as vagas que esses alunos vão ocupar serão negociadas com os parceiros estrangeiros. "Cabe ressaltar que essas novas concessões serão adicionais e ocorrerão sem prejuízo das seleções em andamento das chamadas específicas para esses países", disse em nota.
Durante seis meses, os estudantes terão aulas do idioma do país de destino, em tempo integral, para que, "aqueles que ainda não tenham o nível de proficiência linguística necessário, [tenham] a possibilidade de imersão de forma eficiente e rápida no aprendizado do idioma estrangeiro antes do início do curso". No caso de países de língua inglesa, será disponibilizada, prioritariamente, senha pessoal de acesso ao curso de inglês online disponível no Portal de Periódicos da Capes.
Segundo a Capes, ainda não está definido o número exato de vagas que serão abertas para Portugal. "A definição depende de um conjunto de variáveis tais como: as áreas e cursos dos candidatos, as instituições estrangeiras de qualidade aptas a receber os estudantes, os calendários acadêmicos, a negociação com os parceiros estrangeiros, a oferta de alojamento e acomodações, bem como o número total de candidatos aprovados", segundo informou a nota divulgada pela autarquia.
Conforme dados divulgados no fim de 2012, Portugal é o principal destino dos estudantes brasileiros de graduação bolsistas do Programa Ciência sem Fronteiras. Do total de 12.193 alunos incluídos no programa, praticamente 20 % optou por cursar parte do ensino superior em uma instituição lusitana. Entre os motivos para a escolha de Portugal está a inexistência de barreira linguística, uma vez que o país não exige exame de proficiência dos brasileiros.
O Programa Ciência sem Fronteiras foi lançado em 2011 para estimular os interessados que cursam graduação, pós-graduação ou cursos técnicos. Até o final do mês passado, cerca de 18 mil bolsas foram oferecidas, segundo o Ministério da Educação (MEC).
A meta do governo é oferecer 101 mil bolsas de estudo até 2015, até janeiro deste ano, foram oferecidas 22.646, o equivalente a 22,4% da meta. No total, 75 mil serão oferecidas pelo governo federal, as demais terão apoio da iniciativa privada.
A previsão é que as entidades do setor financeiro contribuirão com 6.500 bolsas para o programa totalizando um investimento de U$S 180,8 milhões, dos quais U$S 18 milhões foram aportados em 2012.

Candidatos ao Programa Ciência sem Fronteiras (CsF) para estudos em Portugal terão a oportunidade de transferir as inscrições para os Estados Unidos, o Reino Unido, a Austrália, o Canadá, a França, a Alemanha, a Itália ou para a Irlanda. Ao todo serão contemplados com a medida 9.691 candidatos que apresentaram pontuação acima de 600 no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), qualificação condizente com os critérios do programa. Não será exigido o nível de proficiência pedido nos editais específicos para os programas.


De acordo com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), "não é viável alocar esse elevado número de estudantes nas instituições portuguesas" e informa que as vagas que esses alunos vão ocupar serão negociadas com os parceiros estrangeiros. "Cabe ressaltar que essas novas concessões serão adicionais e ocorrerão sem prejuízo das seleções em andamento das chamadas específicas para esses países", disse em nota.


Durante seis meses, os estudantes terão aulas do idioma do país de destino, em tempo integral, para que, "aqueles que ainda não tenham o nível de proficiência linguística necessário, [tenham] a possibilidade de imersão de forma eficiente e rápida no aprendizado do idioma estrangeiro antes do início do curso". No caso de países de língua inglesa, será disponibilizada, prioritariamente, senha pessoal de acesso ao curso de inglês online disponível no Portal de Periódicos da Capes.


Segundo a Capes, ainda não está definido o número exato de vagas que serão abertas para Portugal. "A definição depende de um conjunto de variáveis tais como: as áreas e cursos dos candidatos, as instituições estrangeiras de qualidade aptas a receber os estudantes, os calendários acadêmicos, a negociação com os parceiros estrangeiros, a oferta de alojamento e acomodações, bem como o número total de candidatos aprovados", segundo informou a nota divulgada pela autarquia.


Conforme dados divulgados no fim de 2012, Portugal é o principal destino dos estudantes brasileiros de graduação bolsistas do Programa Ciência sem Fronteiras. Do total de 12.193 alunos incluídos no programa, praticamente 20 % optou por cursar parte do ensino superior em uma instituição lusitana. Entre os motivos para a escolha de Portugal está a inexistência de barreira linguística, uma vez que o país não exige exame de proficiência dos brasileiros.


O Programa Ciência sem Fronteiras foi lançado em 2011 para estimular os interessados que cursam graduação, pós-graduação ou cursos técnicos. Até o final do mês passado, cerca de 18 mil bolsas foram oferecidas, segundo o Ministério da Educação (MEC).


A meta do governo é oferecer 101 mil bolsas de estudo até 2015, até janeiro deste ano, foram oferecidas 22.646, o equivalente a 22,4% da meta. No total, 75 mil serão oferecidas pelo governo federal, as demais terão apoio da iniciativa privada.


A previsão é que as entidades do setor financeiro contribuirão com 6.500 bolsas para o programa totalizando um investimento de U$S 180,8 milhões, dos quais U$S 18 milhões foram aportados em 2012.

 

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