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Balanço

Câmbio impediu lucro maior da Petrobras

16/08/2005 | 00h00

Embora a Petrobras tenha alcançado o lucro de R$ 9,9 bilhões no semestre, o que representa um aumento de 40% em relação ao primeiro semestre de 2004, a empresa frustrou a expectativa do mercado para o segundo trimestre. A própria diretoria da estatal admite que a empresa poderia ter lucrado mais se não fosse a apreciação do real frente ao dólar.
A previsão de analistas do setor era de que o lucro da Petrobras superasse os R$ 6 bilhões, no entanto a companhia sequer alcançou a cifra obtida no primeiro trimestre, quando lucrou R$ 5 bilhões.
O diretor financeiro da Petrobras, Almir Barbassa, explica que realmente foi constatado o que chamou de "efeito perverso" da apreciação do real no procedimento de registro contábil requerido no Brasil no que se refere às relações entre a Petrobras e suas subsidiárias no exterior. "A Petrobras é credora das subsidiárias em dólares. Portanto, quando o real se valoriza, ela passa a ter menos reais a receber. No balanço consolidado, incluindo a controladora e consolidadas, esse valor fica gravado como perda para a controladora", resumiu Barbassa.
Por outro lado, os 12% de apreciação do real frente ao dólar, também contribui para a lucratividade da empresa no que se refere à redução do endividamento total e líquido consolidado. Em 31 de março de 2005, a dívida total da empresa era de cerca de R$ 57 bilhões e em junho do mesmo ano caiu para R$ 50 bilhões, uma redução de 12%. O endividamento líquido, caiu ainda mais: 16%, de R$ 39,8 bilhões, em março, para R$ 33,3 bilhões em junho.
O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, informou que a companhia antecipou o pagamento de algumas dívidas. Gabrielli avaliou que o fator que mais contribuiu para o resultado obtido foi o aumento de produção, que foi realizado com contenção nos custos, o que permitiu a geração de caixa, que se traduz em investimentos em projetos importantes. "E tudo isso foi feito com redução da dívida e manutenção de caixa", comentou.



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