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Petroquímica

Braskem está prestes a vender a Varient

24/06/2010 | 09h49

A petroquímica Braskem está prestes a concluir a venda da Varient, empresa de distribuição de resinas termoplásticas criada pela companhia em setembro do ano passado. O controle da Varient passará para as mãos da Sasil, com sede na Bahia, e da Piramidal, de São Paulo. A quantiQ, divisão de distribuição de produtos químicos do grupo, também está à venda, segundo apurou o Valor, e tem sido cobiçada por multinacionais.

A Varient é resultado da cisão da unidade de negócios de polímeros da quantiQ. Essa divisão começou as operações já com faturamento bruto de aproximadamente R$ 200 milhões. Com sede em São Paulo, a Varient tem atuação nacional - a operação dessa empresa está apoiada em uma estrutura logística com cinco centros de distribuição de resinas: Canoas (RS), Araucária (PR), Guarulhos (SP), Duque de Caxias (RJ) e Recife (PE).

O Valor apurou que a venda do negócio deve ser fechado com a Sisal e a Piramidal, que vão ficar com áreas diferentes de atuação geográficas dessa companhia. A Braskem confirmou que as negociações estão em curso, mas não deu detalhes. Procuradas, nenhum porta-voz da Sisal e Piramidal foi encontrado para comentar o assunto. O valor do negócio não foi divulgado pelas empresas. Mas, no mercado, a transação é estimada em cerca de R$ 80 milhões.

Maior petroquímica das Américas após a compra dos ativos da Sunoco nos Estados Unidos, o grupo também pretende se desfazer da quantiQ. Criada a partir da aquisição da Ipiranga Química pela Braskem, essa companhia é responsável pela distribuição de itens químicos voltados para o segmento de fármacos e cosméticos. Esses segmentos não fazem parte do foco de atuação da Braskem.

A quantiQ tem uma atuação importante no mercado nacional, uma vez que não distribui apenas os produtos petroquímicos de sua controladora, mas também cerca de 700 itens entre commodities e especialidades químicas. O Valor apurou que grupos multinacionais, entre eles a Univar e a Brenntag, grandes distribuidores globais, e até mesmo a BR Distribuidora, controlada pela Petrobras, estariam interessadas nos ativos da quantiQ, uma das maiores do país nesse segmento, atrás da BR.

Em pleno processo de consolidação, a Braskem anunciou, no início deste ano, duas importantes aquisições. No Brasil, passou a controlar a Quattor em sociedade com a Petrobras, e nos EUA, comprou os ativos da Sunoco, marcando a estreia da petroquímica no mercado americano, intensificando o processo de internacionalização da companhia. A empresa não descarta adquirir novas empresas nos EUA para ficar entre as cinco maiores petroquímicas globais.
 

 

Por Mônica Scaramuzzo, de São Paulo



Fonte: Valor Econômico
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