Intercâmbio

Brasileiras do setor sucroenergético buscam oportunidades no Sudão

Missão acontece em dezembro.

Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
29/11/2013 10:30
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O Projeto Brazil Sugarcane Bioenergy Solution, parceria entre o Arranjo Produtivo Local do Álcool (Apla) e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), promovem missão comercial de 1º a 6 dezembro, em Karthoum, capital do Sudão.
A ação contará com a participação de 11 empresas brasileiras da cadeia produtiva sucroenergética e um representante da prefeitura de Piracicaba que visitarão a Kenana Sugar Company, a usina White Nile e a KETS, unidade de engenharia do grupo que desenvolve projetos em outros países africanos.
Na programação da missão comercial, os representantes brasileiros terão audiências com os ministros do Petróleo do Sudão, Awad Ahmed Al-Jazz, e o da Indústria, Abdel Wahab Mohamed Osman. A delegação empresarial brasileira conhecerá também o GIAD Industrial Complex – maior complexo industrial do Sudão que compreende a indústria automotiva, fábrica de aço, cobre, entre outros produtos manufaturados.
A missão comercial é fruto de uma aproximação que já vem sendo consolidada entre a cadeia sucroenergética brasileira com o governo do Sudão e com a Kenana Sugar Company - composta por mais de dez unidades de negócios integrados com produção de açúcar, biocombustíveis e alimentos, usando como base a cana-de-açúcar.
O diretor executivo do Apla, Flavio Castelar ressaltou que em janeiro deste ano, durante a missão prospectiva ao Sudão, o Apla assinou acordo de cooperação com a Kenana Sugar Company. “O convênio possibilita desenvolvermos ações comerciais do Projeto Brazil Sugarcane Bioenergy Solution com o objetivo de fomentar o comércio exterior do setor e assim, introduzir tecnologias brasileiras no Sudão e outros países africanos”, disse Castelar.
O Brasil e o Sudão têm algumas características semelhantes como terras, água e clima propícios para o plantio da cana-de-açúcar, além de serem produtores de petróleo, fato que demonstra a vontade de ambos em diversificar a matriz energética com fontes renováveis, poupando as reservas de petróleo e contribuindo com o mundo na redução de CO2.

O Projeto Brazil Sugarcane Bioenergy Solution, parceria entre o Arranjo Produtivo Local do Álcool (Apla) e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), promovem missão comercial de 1º a 6 dezembro, em Karthoum, capital do Sudão.

A ação contará com a participação de 11 empresas brasileiras da cadeia produtiva sucroenergética e um representante da prefeitura de Piracicaba que visitarão a Kenana Sugar Company, a usina White Nile e a KETS, unidade de engenharia do grupo que desenvolve projetos em outros países africanos.

Na programação da missão comercial, os representantes brasileiros terão audiências com os ministros do Petróleo do Sudão, Awad Ahmed Al-Jazz, e o da Indústria, Abdel Wahab Mohamed Osman. A delegação empresarial brasileira conhecerá também o GIAD Industrial Complex – maior complexo industrial do Sudão que compreende a indústria automotiva, fábrica de aço, cobre, entre outros produtos manufaturados.

A missão comercial é fruto de uma aproximação que já vem sendo consolidada entre a cadeia sucroenergética brasileira com o governo do Sudão e com a Kenana Sugar Company - composta por mais de dez unidades de negócios integrados com produção de açúcar, biocombustíveis e alimentos, usando como base a cana-de-açúcar.

O diretor executivo do Apla, Flavio Castelar ressaltou que em janeiro deste ano, durante a missão prospectiva ao Sudão, o Apla assinou acordo de cooperação com a Kenana Sugar Company. “O convênio possibilita desenvolvermos ações comerciais do Projeto Brazil Sugarcane Bioenergy Solution com o objetivo de fomentar o comércio exterior do setor e assim, introduzir tecnologias brasileiras no Sudão e outros países africanos”, disse Castelar.

O Brasil e o Sudão têm algumas características semelhantes como terras, água e clima propícios para o plantio da cana-de-açúcar, além de serem produtores de petróleo, fato que demonstra a vontade de ambos em diversificar a matriz energética com fontes renováveis, poupando as reservas de petróleo e contribuindo com o mundo na redução de CO2.

 

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