Rio Gas & Power Forum 2014

Brasil precisará de novos fornecedores de gás até 2020

Projeção é de estudo da Wood Mackenzie.

Revista TN Petróleo
09/04/2014 15:28
Visualizações: 289

 

Serão necessários novos fornecedores de gás até 2020 no Brasil, segundo estudo da consultoria Wood Mackenzie, apresentado nesta quarta-feira (9) no Rio Gas Forum. Resultado se dá principalmente devido ao crescimento da demanda nacional, acoplado com o declínio da oferta boliviana e parcialmente compensado pelo gás do pré-sal.
Eric Eyberg, consultor da área de gás e energia da Wood Mackenzie, recomendou a abertura gradual do mercado de gás brasileiro para estimular o crescimento, entretanto destacou que os riscos e desafios a serem superados devem ser compartilhado entre todos os agentes da cadeia de gás.
De acordo com a Wood Mackenzie, o GNL tem papel essencial na matriz de transportes e deve aumentar sua participação de 1% para 10% até 2030. A previsão é que o consumo no setor cresça de 5 bilhões de m³ para 80 bilhões de m³ nesse período.
Quanto ao mercado de GNV no país, as projeções ainda são tímidas. Em 2013, o consumo no segmento caiu 3,67%.

Serão necessários novos fornecedores de gás até 2020 no Brasil, segundo estudo da consultoria Wood Mackenzie, apresentado nesta quarta-feira (9) no Rio Gas Forum. Resultado se dá principalmente devido ao crescimento da demanda nacional, acoplado com o declínio da oferta boliviana e parcialmente compensado pelo gás do pré-sal.

Eric Eyberg, consultor da área de gás e energia da Wood Mackenzie, recomendou a abertura gradual do mercado de gás brasileiro para estimular o crescimento, entretanto destacou que os riscos e desafios a serem superados devem ser compartilhado entre todos os agentes da cadeia de gás.

De acordo com a Wood Mackenzie, o GNL tem papel essencial na matriz de transportes e deve aumentar sua participação de 1% para 10% até 2030. A previsão é que o consumo no setor cresça de 5 bilhões de m³ para 80 bilhões de m³ nesse período.

Quanto ao mercado de GNV no país, as projeções ainda são tímidas. Em 2013, o consumo no segmento caiu 3,67%.

 

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