América Latina

Brasil perde espaço entre os países exportadores

Queda foi de US$ 13,861 bilhões entre 2011 e 2013.

Valor Econômico
15/04/2014 10:22
Visualizações: 405

 

As exportações do Brasil caíram US$ 13,861 bilhões entre 2011 e 2013. Ao mesmo tempo, as importações subiram US$ 13,378 bilhões, segundo dados da OMC.
O país perdeu US$ 5,3 bilhões em exportações para a União Europeia em crise, enquanto as importações originárias da Europa subiram US$ 4 bilhões no período. As vendas aos EUA caíram US$ 1,7 bilhão, mas as importações de produtos americanos cresceram US$ 2 bilhões. As exportações à China subiram US$ 1,1 bilhão; já as importações subiram US$ 5 bilhões.
O Brasil viu também suas exportações para a Argentina baixarem US$ 3 bilhões em dois anos, enquanto suas importações de produtos argentinos ficaram estáveis.
A OMC mostra o Brasil como país que mais aumentou suas importações de mercadorias em 2013, juntamente com China e Emirados Árabes Unidos. Em 2013, as importações brasileiras subiram 7% em valor em 2013, comparadas à contração de 2% no em 2012. A alta em volume foi de 7,9%, ou seja, o preço do que foi importado caiu modestamente. As importações brasileiras cresceram três vezes acima da média global.
Para o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, o desempenho importador do Brasil tem seu lado positivo. "A cifra sobre importações é muito precisa sobre a saúde econômica. Se o país importa substancialmente mais, tende a indicar que a economia está bem, o consumidor está comprando, a indústria está importando bens intermediários", afirmou.
Conforme o governo brasileiro, em 2013 houve redução de exportações de petróleo e derivados de 28,4% e as importações aumentaram 16,3%, em relação a 2012. O déficit na conta petróleo passou de US$ 5 bilhões para US$ 20 bilhões.
Do lado das exportações, a OMC registra estagnação das vendas brasileiras em valor. Em volume, houve aumento de 1% em 2013. Isso reflete a baixa de preços dos produtos brasileiros vendidos ao exterior. O país se mantém como 17º maior importador mundial de serviços, com US$ 84 bilhões no ano passado. Mas sai do ranking dos 30 maiores exportadores nesse segmento - foi 29º em 2012.
O desempenho do Brasil afeta o resto das Américas do Sul e Central. A OMC projeta crescimento de 4,4% nas exportações da região neste ano, abaixo da média de 4,9% dos últimos 20 anos. A alta das importações é projetada em 4,1%, também inferior à média de 5,4% nos últimos 20 anos.

As exportações do Brasil caíram US$ 13,861 bilhões entre 2011 e 2013. Ao mesmo tempo, as importações subiram US$ 13,378 bilhões, segundo dados da OMC.

O país perdeu US$ 5,3 bilhões em exportações para a União Europeia em crise, enquanto as importações originárias da Europa subiram US$ 4 bilhões no período. As vendas aos EUA caíram US$ 1,7 bilhão, mas as importações de produtos americanos cresceram US$ 2 bilhões. As exportações à China subiram US$ 1,1 bilhão; já as importações subiram US$ 5 bilhões.

O Brasil viu também suas exportações para a Argentina baixarem US$ 3 bilhões em dois anos, enquanto suas importações de produtos argentinos ficaram estáveis.

A OMC mostra o Brasil como país que mais aumentou suas importações de mercadorias em 2013, juntamente com China e Emirados Árabes Unidos. Em 2013, as importações brasileiras subiram 7% em valor em 2013, comparadas à contração de 2% no em 2012. A alta em volume foi de 7,9%, ou seja, o preço do que foi importado caiu modestamente. As importações brasileiras cresceram três vezes acima da média global.

Para o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, o desempenho importador do Brasil tem seu lado positivo. "A cifra sobre importações é muito precisa sobre a saúde econômica. Se o país importa substancialmente mais, tende a indicar que a economia está bem, o consumidor está comprando, a indústria está importando bens intermediários", afirmou.

Conforme o governo brasileiro, em 2013 houve redução de exportações de petróleo e derivados de 28,4% e as importações aumentaram 16,3%, em relação a 2012. O déficit na conta petróleo passou de US$ 5 bilhões para US$ 20 bilhões.

Do lado das exportações, a OMC registra estagnação das vendas brasileiras em valor. Em volume, houve aumento de 1% em 2013. Isso reflete a baixa de preços dos produtos brasileiros vendidos ao exterior. O país se mantém como 17º maior importador mundial de serviços, com US$ 84 bilhões no ano passado. Mas sai do ranking dos 30 maiores exportadores nesse segmento - foi 29º em 2012.

O desempenho do Brasil afeta o resto das Américas do Sul e Central. A OMC projeta crescimento de 4,4% nas exportações da região neste ano, abaixo da média de 4,9% dos últimos 20 anos. A alta das importações é projetada em 4,1%, também inferior à média de 5,4% nos últimos 20 anos.

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