Infraestrutura

Brasil aumenta em 9,2 mil MW a geração de energia

3,7 mil MW são gerados a partir de hidrelétricas.

Agência Brasil
17/10/2013 15:01
Visualizações: 969

 

A segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) agregou mais 9.231 megawatts (MW) de energia à capacidade de geração do Brasil. Desse total, 3,7 mil MW são gerados a partir de 11 usinas hidrelétricas; 4,59 MW a partir de 38 usinas térmicas; 762 MW a partir de 30 usinas eólicas; e 152 MW a partir de oito pequenas centrais hidrelétricas.
Quando as obras em andamento forem concluídas, 26,5 mil MW serão agregados ao parque gerador brasileiro, a partir de mais oito hidrelétricas, 11 térmicas, 122 eólicas e cinco pequenas centrais hidrelétricas. Os números constam do oitavo balanço da segunda fase do PAC, divulgado hoje (17).
De acordo com o balanço, a Usina Hidrelétrica de Belo Monte terá investimento de R$ 28,9 bilhões e está com 34% das obras concluídas. Localizada no Pará, a usina terá capacidade instalada de 11.233 MW.
Vinte e seis linhas de transmissão foram concluídas, totalizando 8.270 quilômetros (km) de extensão, para levar a energia gerada ao mercado consumidor. Outras 38 linhas, com extensão de 10.154 km, estão com obras em andamento. Há ainda 32 subestações em construção.
Entre as que estão em operação está a do Circuito 1 da Interligação Madeira - Porto Velho - Araraquara, com 2.375 km, ainda em fase de testes. A Interligação Tucuruí - Macapá - Manaus (1.798 km) tem dois trechos concluídos que somam 1.085 km de extensão. Outros 16.554 km de linhas serão viabilizados por meio de nove leilões já feitos, com previsão de investimentos da ordem de R$ 18,6 bilhões.
Na área de petróleo e gás natural, foram iniciadas a perfuração de 354 poços exploratórios, sendo 167 no mar (60 deles na área do pré-sal), e 187 em terra. Do total, 279 foram concluídos. As plataformas PMXL-1, P-56, e as plataformas flutuantes (FPSOs) localizadas em Itajaí, Anchieta, São Paulo e Paraty iniciaram a produção, somando mais 520 mil barris/dia de óleo e 36,5 milhões de metros cúbicos/dia de gás à capacidade do país. Foram concluídas também as plataformas de perfuração em águas rasas P-59 e P-60.
Entre as ações realizadas no último quadrimestre, o governo federal destaca o início das obras de três das 28 sondas contratadas para serem construídas no Brasil, e a conclusão da Refinaria Planalto Paulista, em Paulínia (SP). A Refinaria Abreu e Lima (PE) está com 80% das obras concluídas e a do Comperj (RJ), com 60%.

A segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) agregou mais 9.231 megawatts (MW) de energia à capacidade de geração do Brasil. Desse total, 3,7 mil MW são gerados a partir de 11 usinas hidrelétricas; 4,59 MW a partir de 38 usinas térmicas; 762 MW a partir de 30 usinas eólicas; e 152 MW a partir de oito pequenas centrais hidrelétricas.

Quando as obras em andamento forem concluídas, 26,5 mil MW serão agregados ao parque gerador brasileiro, a partir de mais oito hidrelétricas, 11 térmicas, 122 eólicas e cinco pequenas centrais hidrelétricas. Os números constam do oitavo balanço da segunda fase do PAC, divulgado hoje (17).

De acordo com o balanço, a Usina Hidrelétrica de Belo Monte terá investimento de R$ 28,9 bilhões e está com 34% das obras concluídas. Localizada no Pará, a usina terá capacidade instalada de 11.233 MW.

Vinte e seis linhas de transmissão foram concluídas, totalizando 8.270 quilômetros (km) de extensão, para levar a energia gerada ao mercado consumidor. Outras 38 linhas, com extensão de 10.154 km, estão com obras em andamento. Há ainda 32 subestações em construção.

Entre as que estão em operação está a do Circuito 1 da Interligação Madeira - Porto Velho - Araraquara, com 2.375 km, ainda em fase de testes. A Interligação Tucuruí - Macapá - Manaus (1.798 km) tem dois trechos concluídos que somam 1.085 km de extensão. Outros 16.554 km de linhas serão viabilizados por meio de nove leilões já feitos, com previsão de investimentos da ordem de R$ 18,6 bilhões.

Na área de petróleo e gás natural, foram iniciadas a perfuração de 354 poços exploratórios, sendo 167 no mar (60 deles na área do pré-sal), e 187 em terra. Do total, 279 foram concluídos. As plataformas PMXL-1, P-56, e as plataformas flutuantes (FPSOs) localizadas em Itajaí, Anchieta, São Paulo e Paraty iniciaram a produção, somando mais 520 mil barris/dia de óleo e 36,5 milhões de metros cúbicos/dia de gás à capacidade do país. Foram concluídas também as plataformas de perfuração em águas rasas P-59 e P-60.

Entre as ações realizadas no último quadrimestre, o governo federal destaca o início das obras de três das 28 sondas contratadas para serem construídas no Brasil, e a conclusão da Refinaria Planalto Paulista, em Paulínia (SP). A Refinaria Abreu e Lima (PE) está com 80% das obras concluídas e a do Comperj (RJ), com 60%.

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