Empreendimento

BP vai participar de construção de usina no Brasil

A companhia petrolífera britânica BP anunciou hoje que pretende assumir uma participação de 50% na brasileira Tropical BioEnergia, um empreendimento misto estabelecido pelo vale de Santelisa e pelo grupo de brasileiros de Maeda, que está construindo com 435 milhões de litros (115 milhão galõ

Assessoria
24/04/2008 14:12
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A companhia petrolífera britânica BP anunciou hoje que pretende assumir uma participação de 50% na brasileira Tropical BioEnergia, um empreendimento misto estabelecido pelo vale de Santelisa e pelo grupo de brasileiros de Maeda, que está construindo com 435 milhões de litros (115 milhão galões) uma refinaria no município de Edéia, estado de Goiás, Brasil.


O empreendimento misto, em que o vale de Santelisa e o grupo de Maeda, terão participação de 25 por cento cada, pretende avanças com os planos para construir uma segunda refinaria de álcool etílico, investindo um total de aproximadamente R$1.66 bilhões (US$1 bilhão) nas duas refinarias.
 

Supondo que todas as aprovações exigidas sejam recebidas, o BP pagará em torno de R$100 milhões (US$59.8 milhões) pela participação de 50 por cento, e fornecerá financiamento para futuros investimentos. Os partidos disseram que esperam poder terminar a transação antes do fim de junho 2008.
 

A realização será centrada na produção potencial do sugarcane, e na fabricação e no mercado do álcool etílico convencional, incluindo os recursos e as plantas agriculturais associados da produção combinada. O Sugarcane é a fonte mais eficiente de combustível biológico atualmente disponível. Ela pode ser considerada uma melhoria mais adicional com o uso de tecnologia avançada dos combustíveis biológicos e será conseqüentemente uma fonte de obrigação de combustível renovável para o futuro próximo. Além disso, o sugarcane fornece uma redução das emissões de gases de efeito estufa de até 80 por cento.


Espera-se que as operações na primeira refinaria comecem durante a segunda metade de 2008, com a capacidade total antecipada em 2010. As refinarias serão posicionadas para fornecer os mercados brasileiros do álcool etílico com o potencial de exportar para os mercados da demanda dos E.U., da Europa e da Ásia.
 

Além de desenvolver combustíveis biológicos sustentáveis, as refinarias pretendem vender a eletricidade em excesso, com cada um deles exportando pelo menos 30 MW do poder em excesso das facilidades integradas da produção combinada do bagaço. As facilidades pretendidas, vão oferecer igualmente uma plataforma potencial para tecnologias futuras de distribuição tais como o lignocellulosics e o biobutanol.

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