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Economia

Bovespa fecha em queda puxada por Petrobras

25/06/2014 | 17h48

 

A Bovespa fechou em queda nesta quarta-feira (25), puxada pelas ações de bancos e da Petrobras.
A estatal teve desvalorização de mais de 3% pelo segundo dia seguido por conta da exploração de campos de petróleo sem licitação determinada pelo governo, que é mal vista pelo mercado porque a empresa vai ter de pagar pelo óleo.
O índice caiu 1,58%, para 53.425 pontos.
Na semana, a bolsa acumula queda de 2,22%. Em junho, há valorização de 4,275 e no ano, de 3,72%.
Petrobras
A Petrobras caiu mais de 3% pelo segundo dia seguido porque o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou a contratação direta da empresa para explorar o volume excedente de petróleo de campos do pré-sal que tinha sido objeto de cessão onerosa em 2010.
Analistas do Citi Bank citados pela Reuters afirmaram que o acordo "pressiona ainda mais o balanço da Petrobras e ocorreu antes do longamente esperado crescimento estrutural da produção e do fluxo de caixa".
De acordo com fato relevante publicado pela empresa na terça-feira, R$ 15 bilhões devem ser gastos em bônus e antecipações, sendo R$ 2 bilhões neste ano como bônus de assinatura do acordo.
A estatal teve a recomendação de compra rebaixada por diversas corratoras, de acordo com o Valor Online, entre elas Morgan Stanley, UBS e Bradesco.
Bancos
As ações dos bancos caíram por conta de dados do Banco Central que mostram que a inadimplência voltou a crescer no Brasil em maio, num cenário de menor expansão do crédito, especialmente dos bancos privados.
A nota de crédito do BC mostra que houve melhora no spread (diferença entre os custos de captação e de empréstimo dos bancos), que subiu 0,4 ponto para 12,9 pontos percentuais, em média. A inadimplência das operações de crédito, no entanto, cresceu 0,1 ponto para 3,1% e as concessões de crédito subiram 2% em maio.
"O crescimento dos empréstimos de bancos públicos atingiu alta anual de 19,4% em maio, ou quase quatro vezes mais que o crescimento anual de 4,9% alcançado por bancos domésticos privados", disse o Goldman Sachs, citado pela Reuters.
MMX
As ações da MMX, mineradora de Eike Batista, lideraram as baixas, com queda de mais de 4%. A companhia teve prejuízo líquido de R$ 69,205 milhões no 1º trimestre, com alta de 25,4% sobre o prejuízo líquido de R$ 55,184 milhões registrado no mesmo período do ano passado.

A Bovespa fechou em queda nesta quarta-feira (25), puxada pelas ações de bancos e da Petrobras. A estatal teve desvalorização de mais de 3% pelo segundo dia seguido por conta da exploração de campos de petróleo sem licitação determinada pelo governo, que é mal vista pelo mercado porque a empresa vai ter de pagar pelo óleo.


O índice caiu 1,58%, para 53.425 pontos.


Na semana, a bolsa acumula queda de 2,22%. Em junho, há valorização de 4,275 e no ano, de 3,72%.


Petrobras


A Petrobras caiu mais de 3% pelo segundo dia seguido porque o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou a contratação direta da empresa para explorar o volume excedente de petróleo de campos do pré-sal que tinha sido objeto de cessão onerosa em 2010.


Analistas do Citi Bank citados pela Reuters afirmaram que o acordo "pressiona ainda mais o balanço da Petrobras e ocorreu antes do longamente esperado crescimento estrutural da produção e do fluxo de caixa".


De acordo com fato relevante publicado pela empresa na terça-feira, R$ 15 bilhões devem ser gastos em bônus e antecipações, sendo R$ 2 bilhões neste ano como bônus de assinatura do acordo.


A estatal teve a recomendação de compra rebaixada por diversas corratoras, de acordo com o Valor Online, entre elas Morgan Stanley, UBS e Bradesco.


Bancos

As ações dos bancos caíram por conta de dados do Banco Central que mostram que a inadimplência voltou a crescer no Brasil em maio, num cenário de menor expansão do crédito, especialmente dos bancos privados.

A nota de crédito do BC mostra que houve melhora no spread (diferença entre os custos de captação e de empréstimo dos bancos), que subiu 0,4 ponto para 12,9 pontos percentuais, em média. A inadimplência das operações de crédito, no entanto, cresceu 0,1 ponto para 3,1% e as concessões de crédito subiram 2% em maio.

"O crescimento dos empréstimos de bancos públicos atingiu alta anual de 19,4% em maio, ou quase quatro vezes mais que o crescimento anual de 4,9% alcançado por bancos domésticos privados", disse o Goldman Sachs, citado pela Reuters.


MMX

As ações da MMX, mineradora de Eike Batista, lideraram as baixas, com queda de mais de 4%. A companhia teve prejuízo líquido de R$ 69,205 milhões no 1º trimestre, com alta de 25,4% sobre o prejuízo líquido de R$ 55,184 milhões registrado no mesmo período do ano passado.

 



Fonte: G1
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