Petróleo

BG Brasil investe R$ 11 mi em Centro de Excelência em Geoquímica

A BG Brasil assinou um acordo com a Universidade Federal da Bahia (UFBA) para investimento de R$ 11,23 milhões pela companhia de óleo e gás no Laboratório de Estudos do Petróleo (Lepetro), que integra o Núcleo de Estudos Ambientais (NEA)/Instituto de Geoci&e

Ascom BG Brasil
15/01/2014 16:04
Visualizações: 904
A BG Brasil assinou um acordo com a Universidade Federal da Bahia (UFBA) para investimento de R$ 11,23 milhões pela companhia de óleo e gás no Laboratório de Estudos do Petróleo (Lepetro), que integra o Núcleo de Estudos Ambientais (NEA)/Instituto de Geociências (IGEO) da UFBA. O objetivo é contribuir para que a universidade se torne um centro de excelência em geoquímica do petróleo no Brasil. As Bacias Ceará e Potiguar; Paraná e Parnaíba e Tucano devem ser o principal foco dos primeiros projetos de análises geoquímicas.

“A parceria da BG Brasil com a Universidade Federal da Bahia contribuirá para o desenvolvimento de pesquisas em geoquímica do petróleo que irão impactar positivamente a produção de óleo e gás brasileira”, afirma o CEO BG América do Sul, Nelson Silva.

O programa prevê, inicialmente, a adequação da infraestrutura do Lepetro. A primeira fase deste projeto, prevista para durar cerca de três anos, incluirá a aquisição e calibração de instrumentos analíticos que ampliarão a capacidade de análise geoquímica de petróleo realizada no país.

Os novos equipamentos possibilitarão o desenvolvimento de outros projetos a serem realizados também em parceria com a BG Brasil.

“A iniciativa visa capacitar pesquisadores e subsidiar estudos acadêmicos; analisar e interpretar geoquimicamente o petróleo das Bacias Ceará e Potiguar; recuperar informações geoquímicas de um petróleo degradado em reservatórios; e avaliar a potencialidade de geração de petróleo de folhelhos da Bacia de Tucano”, explica o gerente de Projetos de Tecnologia de Subsuperfície do BG Group, Richard Moore.

O acordo entre BG Brasil e UFBA foi assinado no último dia 2 de janeiro, e prevê que a duração do programa de pesquisa dos projetos seja de até quatro anos.
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