Energia elétrica

Bento Albuquerque do MME vai ao encontro da energia sustentável no Pantanal

Redação TN Petróleo/Assessoria MME
03/08/2021 14:39
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O projeto Ilumina Pantanal tem levado energia elétrica a comunidades isoladas e deve beneficiar mais de duas mil famílias.

Para conhecer de perto mais uma ação do Governo Federal voltada para sustentabilidade da energia, o Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, visitou, na manhã desta quarta-feira, 28/07, a Fazenda Porto São Pedro e famílias ribeirinhas do Pantanal sul-matogrossense, contempladas pelo projeto Ilumina Pantanal, do Programa de Eletrificação Rural do Governo Federal, denominado Luz Para Todos.

Institucional

Coordenado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), o projeto tem como foco universalizar o acesso à energia elétrica em todo o País. A ação tem como parceiros a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a Eletrobras, o Governo do Mato Grosso do Sul e o Grupo Energisa.

A implementação do projeto ocorre com a instalação de placas de energia solar na área das residências, que passam então a possuir o Sistema de Geração Solar Individual (SIGFI). A ação tem levado energia elétrica a comunidades isoladas na região e deve beneficiar mais de duas mil famílias.

Ao visitar as localidades, o ministro teve oportunidade de conversar com Armando Carlos, proprietário da Fazenda Porto São Pedro, que se declarou “realizando um sonho ao ver sua propriedade iluminada”.

Durante a visita, Bento Albuquerque ouviu de perto relatos emocionados sobre a mudança na vida dos ribeirinhos com a chegada da energia. E reafirmou a importância do caráter de inclusão social do Ilumina Pantanal: “Este é um momento histórico, uma verdadeira recompensa das políticas públicas que desenvolvemos em Brasília e que, hoje, pudemos constatar a sua importância para essas populações”.

Revista TN Petróleo

O ministro lembrou ainda o significativo crescimento da energia renovável nos últimos anos e destacou a relevância destas fontes diante do período de escassez hídrica enfrentado pelo Brasil. “Essas fontes renováveis serão fundamentais para que a sociedade brasileira tenha segurança energética”, enfatizou. “Temos trabalhado de forma transparente e estamos adotando todas as medidas para que possamos preservar os nossos reservatórios. Queremos chegar em 2022 em melhores condições”, ressaltou.

Acompanhando o ministro, o governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, declarou que a energia no Pantanal há muitos anos era falada, e por muitos, era sonhada. “É muito difícil fazer linhas convencionais em uma região de difícil acesso, pelo custo, pela questão de sustentabilidade, dos riscos que as linhas convencionais trariam para a região pantaneira”, observou o governador. “Quando o poder público se junta com todas as esferas, o presidente Bolsonaro, através do ministro Bento Albuquerque, do Ministério de Minas e Energia, o governo do Mato Grosso do Sul, as prefeituras, a Energisa e a Aneel, acontece tudo isso aqui. Estamos levando energia aos ribeirinhos, às comunidades tradicionais, às pequenas, médias e grandes propriedades, e todos terão acesso a isso que traz desenvolvimento e progresso para a capital do Pantanal, que é essa região de Corumbá”, destacou Azambuja.

Serão atendidas 2.090 famílias com custo total de R$ 127 milhões, sendo R$ 73 milhões da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e R$ 51 milhões da Energisa, companhia local de distribuição.

DivulgaçãoUTE Willian Arjona

Bento Albuquerque participou também, na capital sul-mato-grossense, de cerimônia de reativação da Usina Termelétrica (UTE) Willian Arjona. Desativada desde 2017, a usina, que tem mais de 177 megawatts de capacidade, faz parte das medidas definidas pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) para garantia do suprimento energético ao longo de 2021 e pode atender mais da metade da cidade de Campo Grande.

Ao parabenizar o grupo Delta Energia pela entrega do empreendimento ao Sistema Nacional, o ministro falou sobre o mais severo período de escassez hídrica que o País tem enfrentado nos últimos 90 anos, mas que, “apesar das adversidades, o setor elétrico tem demonstrado capacidade de superação por meio de números expressivos na expansão da geração, com destaque nos investimentos, e consequente criação de empregos”.

FIEMS

Bento Albuquerque chegou ao Mato Grosso do Sul na terça-feira, 27/07, à noite. Na ocasião, ele foi recepcionado pelo presidente da Federação das Indústrias do Mato Grosso do Sul (FIEMS), Sergio Longen e, com a presença do governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, participou de uma reunião com os membros da Federação e assistiu a uma apresentação sobre as ações do Sistema FIEMS em relação à pesquisa, inovação e consultorias em energias renováveis e eficiência energética.

Longen destacou a necessidade de maior segurança jurídica para os investimentos realizados nessa área. Bento Albuquerque, por sua vez, destacou a importância do Mato Grosso do Sul como um estado referência em energia renovável. Ele afirmou que o estado tem se destacado, em âmbito nacional, por criar um ambiente de negócios favorável a investimentos, seja por intermédio de regulações realizadas pelo governo estadual, como, também, alinhado às políticas públicas do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

O governador Reinaldo Azambuja disse que “esse é um dos maiores projetos de cunho social do Brasil: levar um bem de consumo, como a energia elétrica, melhorando a qualidade de vida dos moradores de toda a região, é um grande legado, sem dúvida alguma”, ressaltou o governador.

Integraram a comitiva do Ministro Bento Albuquerque, o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do MME, Paulo César Magalhães, o secretário de Energia Elétrica do MME, Christiano Vieira da Silva, e o diretor da Aneel, Hélvio Guerra. O CEO da Energisa, Ricardo Perez Botelho, também acompanhou o ministro na visitação.

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