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Encontro

Bancos e empresas debatem sobre linhas de financiamento para projetos no setor de eficiência energética

19/11/2013 | 17h27

 

Representantes de instituições financeiras e empresários do setor energético estiveram reunidos no auditório da Schneider Electric, em São Paulo, no fórum de discussões sobre os desafios para o desenvolvimento do mercado de eficiência energética no Brasil, no final de outubro.
Promovido pela ABESCO, em parceria com a Schneider Electric, o encontro reuniu cerca de 60 pessoas e contou com a presença dos presidentes das organizadoras do fórum, José Starosta e Rogério Zampronha, respectivamente, além de representantes do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Banco do Brasil, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), BNDES, Caixa Econômica Federal, DesenvolveSP, IFC, entre outros. 
O fórum reuniu os dois lados interessados para trocar informações e experiências em busca de entendimentos e viabilização de soluções para o desentrave do setor. “Estou muito esperançoso com o resultado desse projeto. O desafio é fazer negócio. As ESCOS têm de aprender a língua dos bancos e eles as necessidades das empresas”, afirma José Starosta.
Para o vice-presidente de Buildings, Eficiência Energética e Sustentabilidade da Schneider Electric, Edgar Franco, é importante haver um entendimento sobre quais são os entraves e, junto com os bancos, tentar encontrar um caminho para resolvê-los. Para o executivo, o atual cenário macroeconômico brasileiro é favorável para voltar a esse tema e os bancos já estão mais sensibilizados com a causa. “As instituições financeiras aqui representadas já estão mais preparadas para agir pró-ativamente em projetos de eficiência energética”. 
Durante o encontro, ficou claro que o maior problema para os bancos são as garantias necessárias para a viabilização de financiamentos. E, houve consenso quanto a necessidade de viabilizar uma agenda conjunta e uma padronização dos processos, para facilitar o acesso ao capital. “Acho que essa troca de experiências e visões dos diversos players do mercado é muito importante para podermos ajudar o setor de eficiência energética progredir”, explica Odette Campos, do BNDES. Segundo Jorge Teramura, do Banco do Brasil, a principal vantagem de reunir os dois lados da balança é conseguir definir quais os problemas e desenvolver uma agenda positiva.
No final, a sensação foi de que o encontro já se mostra como um primeiro avanço e que indicou a criação de uma câmara temática para discutir a questão e promover mais reuniões entre as partes. “Os palestrantes conseguiram colocar de forma bastante clara o que é importante apresentar para uma instituição financeira para conseguir passar a confiança necessária em busca de conseguir crédito”, afirmou Alexandra Maciel, do Ministério de Minas e Energia.

Representantes de instituições financeiras e empresários do setor energético estiveram reunidos no auditório da Schneider Electric, em São Paulo, no fórum de discussões sobre os desafios para o desenvolvimento do mercado de eficiência energética no Brasil, no final de outubro.

Promovido pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco), em parceria com a Schneider Electric, o encontro reuniu cerca de 60 pessoas e contou com a presença dos presidentes das organizadoras do fórum, José Starosta e Rogério Zampronha, respectivamente, além de representantes do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Banco do Brasil, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Caixa Econômica Federal, DesenvolveSP, IFC, entre outros. 

O fórum reuniu os dois lados interessados para trocar informações e experiências em busca de entendimentos e viabilização de soluções para o desentrave do setor. “Estou muito esperançoso com o resultado desse projeto. O desafio é fazer negócio. As ESCOS têm de aprender a língua dos bancos e eles as necessidades das empresas”, afirma José Starosta.

Para o vice-presidente de Buildings, Eficiência Energética e Sustentabilidade da Schneider Electric, Edgar Franco, é importante haver um entendimento sobre quais são os entraves e, junto com os bancos, tentar encontrar um caminho para resolvê-los. Para o executivo, o atual cenário macroeconômico brasileiro é favorável para voltar a esse tema e os bancos já estão mais sensibilizados com a causa. “As instituições financeiras aqui representadas já estão mais preparadas para agir pró-ativamente em projetos de eficiência energética”. 

Durante o encontro, ficou claro que o maior problema para os bancos são as garantias necessárias para a viabilização de financiamentos. E, houve consenso quanto a necessidade de viabilizar uma agenda conjunta e uma padronização dos processos, para facilitar o acesso ao capital. “Acho que essa troca de experiências e visões dos diversos players do mercado é muito importante para podermos ajudar o setor de eficiência energética progredir”, explica Odette Campos, do BNDES. Segundo Jorge Teramura, do Banco do Brasil, a principal vantagem de reunir os dois lados da balança é conseguir definir quais os problemas e desenvolver uma agenda positiva.

No final, a sensação foi de que o encontro já se mostra como um primeiro avanço e que indicou a criação de uma câmara temática para discutir a questão e promover mais reuniões entre as partes. “Os palestrantes conseguiram colocar de forma bastante clara o que é importante apresentar para uma instituição financeira para conseguir passar a confiança necessária em busca de conseguir crédito”, afirmou Alexandra Maciel, do Ministério de Minas e Energia.

 



Fonte: Redação TN/ Ascom
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