Mercado

Balança comercial tem déficit menor, de US$ 338 milhões

O resultado acumulado no ano continua no vermelho.

Agência Brasil
17/02/2014 17:01
Balança comercial tem déficit menor, de US$ 338 milhões Imagem: Tecon Salvador/ Rodrigo Tagliaro Visualizações: 1223

 

A balança comercial brasileira teve déficit de US$ 338 milhões na segunda semana deste mês, resultado de US$ 4,2 bilhões em importações, que superaram os US$ 3,9 bilhões em exportações registrados no período. O saldo negativo foi menor que o da primeira semana de fevereiro, US$ 1,7 bilhão. O motivo foi o crescimento das exportações, principalmente de produtos não industrializados, e o recuo nas importações.
No entanto, o resultado acumulado no ano continua no vermelho, passando de US$ 5,7 bilhões para US$ 6 bilhões. Em janeiro, a balança registrou o pior déficit em 20 anos. Os dados foram divulgados hoje (17) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
A média diária das exportações, que corresponde ao volume de ingressos financeiros por dia útil, ficou em US$ 791,2 milhões, 21,4% superior ao da primeira semana. Os itens básicos puxaram a alta, com incremento de 37% na média diária das vendas de petróleo, grãos de soja, milho e café, folhas de fumo e bovinos vivos. As exportações de semimanufaturados e manufaturados também cresceram, com alta respectiva de 17,6% e 6,2%, segundo o critério da média diária. No primeiro grupo, os responsáveis foram açúcar bruto, celulose, semimanufaturados de ferro ou aço e ferro-ligas. No segundo, aumentaram as vendas de automóveis de passageiros, óxidos e hidróxidos de alumínio, polímeros plásticos, veículos de carga, motores e geradores, açúcar refinado e aviões.
Fazendo o movimento contrário, a média diária de importações teve retração de 13,4%, de US$ 992,2 milhões para US$ 858,8 milhões da primeira para a segunda semana de fevereiro. De acordo com o ministério, houve diminuição nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, eletroeletrônicos e siderúrgicos, instrumentos de ótica e precisão, cereais e produtos de moagem.

A balança comercial brasileira teve déficit de US$ 338 milhões na segunda semana deste mês, resultado de US$ 4,2 bilhões em importações, que superaram os US$ 3,9 bilhões em exportações registrados no período. O saldo negativo foi menor que o da primeira semana de fevereiro, US$ 1,7 bilhão. O motivo foi o crescimento das exportações, principalmente de produtos não industrializados, e o recuo nas importações.

No entanto, o resultado acumulado no ano continua no vermelho, passando de US$ 5,7 bilhões para US$ 6 bilhões. Em janeiro, a balança registrou o pior déficit em 20 anos. Os dados foram divulgados hoje (17) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

A média diária das exportações, que corresponde ao volume de ingressos financeiros por dia útil, ficou em US$ 791,2 milhões, 21,4% superior ao da primeira semana. Os itens básicos puxaram a alta, com incremento de 37% na média diária das vendas de petróleo, grãos de soja, milho e café, folhas de fumo e bovinos vivos. As exportações de semimanufaturados e manufaturados também cresceram, com alta respectiva de 17,6% e 6,2%, segundo o critério da média diária. No primeiro grupo, os responsáveis foram açúcar bruto, celulose, semimanufaturados de ferro ou aço e ferro-ligas. No segundo, aumentaram as vendas de automóveis de passageiros, óxidos e hidróxidos de alumínio, polímeros plásticos, veículos de carga, motores e geradores, açúcar refinado e aviões.

Fazendo o movimento contrário, a média diária de importações teve retração de 13,4%, de US$ 992,2 milhões para US$ 858,8 milhões da primeira para a segunda semana de fevereiro. De acordo com o ministério, houve diminuição nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, eletroeletrônicos e siderúrgicos, instrumentos de ótica e precisão, cereais e produtos de moagem.

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Subsea
Priner expande atuação no offshore com lançamento de sol...
13/02/26
Firjan
Recorde no petróleo sustenta crescimento da indústria do...
13/02/26
E&P
Tecnologia brasileira redefine a produção em campos madu...
13/02/26
Bahia Oil & Gas Energy
Produção em campos terrestres de petróleo e gás deve cre...
12/02/26
Pré-Sal
Plataforma da Petrobras, P-79, chega ao campo de Búzios
12/02/26
Resultado
Com 2,99 milhões boed, produção de petróleo e gás da Pet...
12/02/26
PPSA
MME e MMA liberam setores estratégicos do pré-sal e viab...
12/02/26
Oferta Permanente
Manifestação conjunta abrangente e inédita agiliza inclu...
12/02/26
Biometano
Biometano em foco com debate sobre crédito, regulação e ...
12/02/26
Pessoas
Mario Ferreira é o novo gerente comercial da Wiz Corporate
11/02/26
Resultado
Portos brasileiros movimentam 1,4 bilhão de toneladas em...
10/02/26
Energia Elétrica
Lançamento de chamada do Lab Procel II reforça o Rio com...
10/02/26
Energia Elétrica
Prime Energy firma novo contrato com o Hotel Villa Rossa...
10/02/26
Energia Elétrica
ABGD apresenta à ANEEL estudo técnico sobre impactos da ...
09/02/26
Tecnologia e Inovação
Brasil estrutura marco normativo para gêmeos digitais e ...
07/02/26
PD&I
Firjan SENAI SESI traz primeira edição do "Finep pelo Br...
06/02/26
Bacia de Campos
Em janeiro, BRAVA Energia renova recorde de produção em ...
06/02/26
Pessoas
Mauricio Fernandes Teixeira é o novo vice-presidente exe...
06/02/26
Internacional
Petrobras fica com 42,5% de bloco exploratório offshore ...
06/02/26
Sergipe Oil & Gas 2026
Ampliação de espaço no Sergipe Oil & Gas vai garantir ma...
05/02/26
Resultado
Produção dos associados da ABPIP cresce 22,8% em 2025 e ...
05/02/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.