Pesquisa CNI

Atividade industrial cai pelo segundo mês consecutivo

A queda da atividade econômica derrubou o faturamento real da indústria de transformação em novembro de 2008 ante o mês anterior, numa queda de 9,9% no índice dessazonalizado, aponta pesquisa Indicadores Industriais divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

CNI
21/01/2009 08:48
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A  queda  da  atividade  econômica  dos  setores de veículos  automotores,  máquinas  e  equipamentos,  metalurgia básica e alimentos e bebidas  derrubou  o  faturamento  real  da indústria de transformação em   novembro  de  2008  ante o mês  anterior,  numa queda de 9,9% no índice dessazonalizado  (recuo  de  13%  no índice original).

 

Segundo a pesquisa  Indicadores  Industriais,  divulgada  hoje  pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília, foi o maior recuo registrado desde o início da série histórica, em 2003.

 

A  retração  do  faturamento  real  do  setor  em  novembro,  a  segunda consecutiva,  afetou  o  emprego  industrial.  Depois de mais de 30 meses consecutivos  de  alta, o indicador de emprego caiu 0,6% em novembro ante  outubro,  já  dessazonalizado. No índice original a queda foi de 1,3%. No ano, porém, o emprego registra alta de 4,2%.

 

Os  números  apurados  em  novembro  pela  CNI  confirmaram  os sinais de retração da produção industrial registrados no mês anterior. À exceção da  massa  salarial  real, que aumentou 5,4% de outubro e novembro, os demais indicadores tiveram redução de um mês para o outro.  O  Nível  de  Utilização  da Capacidade Instalada (NUCI) caiu de 82,6% em outubro,  no índice dessazonalizado, para 81,6% em novembro. No mesmo mês de 2007, o NUCI estava em 83,4%.

 

As  horas trabalhadas na produção caíram 1,5% entre outubro e novembro de 2008,  no índice dessazonalizado. A exemplo do faturamento real, as horas trabalhadas  na  produção  também  tiveram  em  novembro  o segundo recuo consecutivo.  No  ano,  crescem  a 5,6% ante os primeiros 11 meses do ano passado.

 

De  acordo  com  a  avaliação  dos  técnicos  da CNI, “a intensa queda do faturamento  sinaliza  a acumulação de estoques indesejados, o que sugere recuos adicionais da produção industrial nos próximos meses”.

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