Economia

Arrecadação crescerá 2,3% acima da inflação no trimestre

Consumo e mais lucratividade das empresas são os fatores.

Agência Brasil
23/01/2014 09:39
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A manutenção do consumo e o aumento da lucratividade das empresas deverão fazer a arrecadação federal crescer pelo menos 2,3% acima da inflação no primeiro trimestre, disse hoje (22) o secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto. Ele evitou dar uma estimativa de crescimento para todo o ano, mas disse que os indicadores da economia mostram que as receitas da União começarão 2014 em alta.
O número leva em conta a evolução das receitas administradas pelo Fisco sem os parcelamentos especiais que inflaram a arrecadação em 2013. No ano passado, essas receitas tiveram crescimento de 2,35% acima da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). “Partindo da estimativa de que a arrecadação começará 2014 nesse ritmo, o crescimento será pelo menos 2,3% no primeiro trimestre. A tendência é que seja mais que isso, mas esse é o patamar mínimo”, declarou o secretário.
De acordo com Barreto, a declaração de ajuste das empresas para o pagamento do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) impulsionará a arrecadação até março. Isso ocorre porque, no primeiro trimestre, as empresas entregam a declaração com base nos lucros do ano anterior.
Em 2013, ressaltou o secretário, o Fisco arrecadou R$ 6,2 bilhões a menos com a declaração de ajuste das empresas porque as declarações foram influenciadas pelo desempenho da economia em 2012. Neste ano, disse ele, a Receita espera o movimento inverso por causa da recuperação da atividade a partir do segundo semestre do ano passado. “Ainda não sabemos de quanto será esse impacto, mas certamente a arrecadação com as declarações de ajuste será maior em 2014 do que em 2013”.
Segundo Barreto, a manutenção do consumo indica que a arrecadação do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) também subirá. “Os indicadores de vendas até dezembro mostram uma evolução favorável para o início deste ano”, disse.
Segundo o coordenador de Previsão e Análise da Receita, Marcelo Gomide, somente daqui a 30 dias, a Receita terá uma estimativa oficial para o desempenho da arrecadação neste ano. O Fisco, segundo ele, teve de esperar a sanção do Orçamento Geral da União, publicado ontem (21) no Diário Oficial da União, e somente agora começará a elaborar uma projeção de receitas. “Temos ainda um mês para fazer as análises e soltar a programação financeira”, disse.

A manutenção do consumo e o aumento da lucratividade das empresas deverão fazer a arrecadação federal crescer pelo menos 2,3% acima da inflação no primeiro trimestre, disse ontem (22) o secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto. Ele evitou dar uma estimativa de crescimento para todo o ano, mas disse que os indicadores da economia mostram que as receitas da União começarão 2014 em alta.


O número leva em conta a evolução das receitas administradas pelo Fisco sem os parcelamentos especiais que inflaram a arrecadação em 2013. No ano passado, essas receitas tiveram crescimento de 2,35% acima da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). “Partindo da estimativa de que a arrecadação começará 2014 nesse ritmo, o crescimento será pelo menos 2,3% no primeiro trimestre. A tendência é que seja mais que isso, mas esse é o patamar mínimo”, declarou o secretário.


De acordo com Barreto, a declaração de ajuste das empresas para o pagamento do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) impulsionará a arrecadação até março. Isso ocorre porque, no primeiro trimestre, as empresas entregam a declaração com base nos lucros do ano anterior.


Em 2013, ressaltou o secretário, o Fisco arrecadou R$ 6,2 bilhões a menos com a declaração de ajuste das empresas porque as declarações foram influenciadas pelo desempenho da economia em 2012. Neste ano, disse ele, a Receita espera o movimento inverso por causa da recuperação da atividade a partir do segundo semestre do ano passado. “Ainda não sabemos de quanto será esse impacto, mas certamente a arrecadação com as declarações de ajuste será maior em 2014 do que em 2013”.


Segundo Barreto, a manutenção do consumo indica que a arrecadação do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) também subirá. “Os indicadores de vendas até dezembro mostram uma evolução favorável para o início deste ano”, disse.


Segundo o coordenador de Previsão e Análise da Receita, Marcelo Gomide, somente daqui a 30 dias, a Receita terá uma estimativa oficial para o desempenho da arrecadação neste ano. O Fisco, segundo ele, teve de esperar a sanção do Orçamento Geral da União, publicado ontem (21) no Diário Oficial da União, e somente agora começará a elaborar uma projeção de receitas. “Temos ainda um mês para fazer as análises e soltar a programação financeira”, disse.

 

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