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Avaliação

ArcelorMittal está otimista com as perspectivas do setor para 2014

11/11/2013 | 12h06

 

A siderúrgica ArcelorMittal deixou para trás a pior fase. A melhoria nas condições da economia e o sucesso do seu plano de reestruturação ajudaram a maior siderúrgica do mundo em termos de vendas a registrar lucros melhores que os previstos no terceiro trimestre.
Em entrevista ao "Financial Times", Lakshmi Mittal, o principal executivo do grupo, disse que, após um longo período de turbulência econômica, a empresa está em melhor forma e pronta para se beneficiar de uma aceleração da demanda por aço.
"Deixamos para trás a parte mais baixa do ciclo", disse o bilionário indiano. "Todos os indicadores estão tomando uma direção positiva; portanto estamos cautelosamente otimistas com relação às perspectivas para 2014", afirmou o executivo.
A siderúrgica, que controla cerca de 6% da produção mundial de aço e é observada de perto como indicador da situação do setor manufatureiro como um todo, prevê que os mercados americano e chinês crescerão cerca de 6% a 7% no segundo semestre deste ano.
Os lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) subiram 19%, para US$ 1,7 bilhão, no período de três meses encerrado em 30 de setembro, em relação ao US$ 1,45 bilhão do mesmo período do ano passado. Operadores ouvidos pela empresa independente de pesquisa Vuma Financial Services tinham previsto um lucro Ebitda de US$ 1,55 bilhão.
"Depois de um fraco primeiro semestre, vimos o desempenho ano a ano do terceiro trimestre melhorar, positivamente impactado pelos esforços de otimização de custos e pelo aumento das vendas decorrente da nossa expansão na área de mineração", afirmou Mittal.
"No total, um sólido conjunto de resultados da Mittal. O grupo continua a ter bom desempenho em economia de custos, o que deverá sustentar os lucros daqui para a frente", disse o analista Jason Fairclough, do Bank of America Merrill Lynch.
A siderúrgica, que reduziu sua orientação de resultados em agosto devido ao enfraquecimento da demanda por parte das economias desenvolvidas, reiterou que o Ebitda para o ano como um todo deverá superar os US$ 6,5 bilhões.
Lakshmi observou que a empresa ainda está interessada em expandir suas operações nos Estados Unidos e que examinava a possibilidade de comprar uma usina de laminação de aço no Alabama, que a alemã ThyssenKrupp tenta vender.
A melhoria do sentimento dos agentes econômicos em vários setores industriais fundamentais na Europa no terceiro trimestre está ajudando o mercado siderúrgico a superar a demanda cronicamente baixa e os problemas de excesso de capacidade registrados desde a crise financeira mundial de 2009. A Eurofer, associação que representa o setor siderúrgico na Europa, prevê que a demanda mundial por aço deverá aumentar 3% no ano que vem.
Embora analistas encarem com cautela a possibilidade de que a demanda mundial de aço suba até 3% no ano que vem - só o consumo da União Europeia caiu 5,7% no primeiro semestre de 2013 -, estão confiantes de que o pior já passou para a ArcelorMittal.

A siderúrgica ArcelorMittal deixou para trás a pior fase. A melhoria nas condições da economia e o sucesso do seu plano de reestruturação ajudaram a maior siderúrgica do mundo em termos de vendas a registrar lucros melhores que os previstos no terceiro trimestre.


Em entrevista ao "Financial Times", Lakshmi Mittal, o principal executivo do grupo, disse que, após um longo período de turbulência econômica, a empresa está em melhor forma e pronta para se beneficiar de uma aceleração da demanda por aço.


"Deixamos para trás a parte mais baixa do ciclo", disse o bilionário indiano. "Todos os indicadores estão tomando uma direção positiva; portanto estamos cautelosamente otimistas com relação às perspectivas para 2014", afirmou o executivo.


A siderúrgica, que controla cerca de 6% da produção mundial de aço e é observada de perto como indicador da situação do setor manufatureiro como um todo, prevê que os mercados americano e chinês crescerão cerca de 6% a 7% no segundo semestre deste ano.


Os lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) subiram 19%, para US$ 1,7 bilhão, no período de três meses encerrado em 30 de setembro, em relação ao US$ 1,45 bilhão do mesmo período do ano passado. Operadores ouvidos pela empresa independente de pesquisa Vuma Financial Services tinham previsto um lucro Ebitda de US$ 1,55 bilhão.


"Depois de um fraco primeiro semestre, vimos o desempenho ano a ano do terceiro trimestre melhorar, positivamente impactado pelos esforços de otimização de custos e pelo aumento das vendas decorrente da nossa expansão na área de mineração", afirmou Mittal.


"No total, um sólido conjunto de resultados da Mittal. O grupo continua a ter bom desempenho em economia de custos, o que deverá sustentar os lucros daqui para a frente", disse o analista Jason Fairclough, do Bank of America Merrill Lynch.


A siderúrgica, que reduziu sua orientação de resultados em agosto devido ao enfraquecimento da demanda por parte das economias desenvolvidas, reiterou que o Ebitda para o ano como um todo deverá superar os US$ 6,5 bilhões.


Lakshmi observou que a empresa ainda está interessada em expandir suas operações nos Estados Unidos e que examinava a possibilidade de comprar uma usina de laminação de aço no Alabama, que a alemã ThyssenKrupp tenta vender.


A melhoria do sentimento dos agentes econômicos em vários setores industriais fundamentais na Europa no terceiro trimestre está ajudando o mercado siderúrgico a superar a demanda cronicamente baixa e os problemas de excesso de capacidade registrados desde a crise financeira mundial de 2009. A Eurofer, associação que representa o setor siderúrgico na Europa, prevê que a demanda mundial por aço deverá aumentar 3% no ano que vem.


Embora analistas encarem com cautela a possibilidade de que a demanda mundial de aço suba até 3% no ano que vem - só o consumo da União Europeia caiu 5,7% no primeiro semestre de 2013 -, estão confiantes de que o pior já passou para a ArcelorMittal.

 



Fonte: Valor Econômico
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