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Aproveitamento do gás do pré-sal tem estudo lançado

Redação/Agência ANP
25/03/2020 15:38
Aproveitamento do gás do pré-sal tem estudo lançado Imagem: Divulgação Visualizações: 1458

A ANP está lançando hoje (25/3) o “Estudo sobre o Aproveitamento do Gás Natural do Pré Sal”. A publicação tem como foco o aumento da comercialização e da participação do gás natural do Pré-Sal na matriz energética do País, em linha com as diretrizes estabelecidas nas Resoluções nºs 10/2016, 17/2017 e 16/2019 do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), assim como as diretrizes estabelecidas no Programa Novo Mercado de Gás. O estudo está disponível na página Publicações do site da ANP.

Coordenado pela ANP, o estudo foi desenvolvido pela Agência em conjunto como Ministério de Minas e Energia (MME), a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a Pré-Sal Petróleo SA (PPSA) e o BNDES. A Casa Civil da Presidência da República também acompanhou a evolução dos trabalhos por meio de representantes do Programa de Parcerias de Investimentos – PPI.

A oportunidade para o desenvolvimento da publicação surgiu com a forte tendência de alta dos níveis de reinjeção do gás natural dos reservatórios do Pré-Sal nos últimos anos e a expectativa de aumento considerável desses volumes no futuro.

O volume do gás natural reinjetado nos reservatórios do Pré-Sal era da ordem de 10 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d) em 2013 (início do aumento de produção dos Campos de Lula e Sapinhoá). Para o ano de 2020 são esperados aproximadamente 42 milhões de m³/d, que devem subir para cerca de 60 milhões de m³/d em 2023. São volumes representativos que poderão atender às necessidades de consumo de diversos setores e indústrias, caso seja possível o escoamento para o mercado, excluindo-se o volume necessário para a manutenção da pressão nos reservatórios e tratamento do CO2 .

O estudo registra os principais fatores identificados como entraves para o aumento do aproveitamento comercial do gás do Pré-Sal. Aponta ainda linhas de ações governamentais de incentivo e de cunho regulatório, que visam atrair novos investimentos para o setor nos próximos anos, que resultarão em redução de custos na indústria, aumento da atividade econômica no país, geração de empregos e arrecadação de tributos.

+ Clique aqui para ler o estudo.

Divulgação

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