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Pesquisa

ANP procura petróleo em Goioerê e movimenta economia da cidade

13/08/2010 | 10h28
Os técnicos contratados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) que estão pesquisando a existente de petróleo e gás natural em terras paranaenses chegaram a Goioerê, região Centro-Oeste, e agora os moradores não fala em outro assunto. A equipe de cerca de 30 trabalhadores de campo movimenta a economia da cidade durante o período de estudos, já que praticamente lotaram o principal hotel do município, e ainda alimentam a expectativa da população que já enxerga grandes oportunidades para o futuro.


A presença dos profissionais também gera lucro para o comércio, postos de gasolina e restaurantes. A circulação dos pesquisadores anima as conversas da cidade, que sonha com um incremento de renda. De acordo com o Rubens José da Silva, funcionário da prefeitura que tem acompanhado os trabalhos, a equipe de topógrafos, geofísicos e geólogos está fazendo testes de solo numa faixa de 23 quilômetros, na zona rural do município. “Todos estão na expectativa de comprovar se existe algum bem natural na cidade”, contou.

Os testes são compostos de perfuração de cerca de 4 metros, acompanhado de uma pequena explosão que serve para coletar material. Todos os dados são enviados para sede da empresa, que fica em Minas Gerais. Os resultados que vão mostrar se Goioerê tem potencial de exploração de petróleo devem ficar prontos em seis meses.
 
 
Para realizar o teste, a equipe pede autorização para o dono da propriedade. Na saída fazem um levantamento de danos para que o proprietário receba uma compensação. Mas ninguém fica muito preocupado com isso, já que se o terreno tiver petróleo, o dono recebe 1% dos lucros gerados na exploração.


Os trabalhos são de responsabilidade da Georadar, empresa mineira que venceu a licitação da ANP. Ao todo, o programa sísmico vai mapear uma extensão de 2.155 quilômetros, em 129 municípios de cinco estados. O Paraná concentra a maior parte dos estudos, com testes ao longo de 922 quilômetros em 55 municípios.


Fonte: A Gazeta do Povo (PR)
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