11ª Rodada

ANP aguarda publicação do CNPE sobre número de blocos

Leilão deve acontecer em maio.

Agência Brasil
11/01/2013 09:34
Visualizações: 573

 

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) vai aguardar a publicação da resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), com a definição do número de blocos e as áreas que entraram no leilão para se pronunciar oficialmente sobre a 11ª Rodada de Licitações de Blocos Exploratórios para a exploração e produção de petróleo e gás natural nas bacias sedimentares do país.
No seu site, a agência reguladora confirma a decisão tomada pela presidente Dilma Rousseff que, inclusive, assinou na quinta-feira (10) a autorização para que a ANP faça o leilão. A presidente também autorizou o cancelamento da oitava rodada, ocorrida em 2006, e suspensa pela Justiça.
Segundo a ANP, a assinatura ocorreu durante reunião da presidenta com o ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, com a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Magda Chambriard, e com o secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, Marco Antonio Martins Almeida.
Prevista para ser ocorrer em maio próximo, a 11ª Rodada de Licitações estará, a princípio, ofertando 172 blocos em terra e mar, divididos em 17 setores, em nove bacias sedimentares do pais. Elas deverão começar a ser apresentadas às petroleiras a partir de janeiro do próximo ano e incluem, ainda, como destaque, blocos no Recôncavo Baiano. Em entrevista recente, o diretor da ANP, Helder Queiroz, informou que a agência reguladora estará ofertando áreas com bastante atratividade para as empresas, o que deverá tornar o leilão bastante competitivo.
“Primeiro porque está parada há já algum tempo [a realização de leilões], depois tem áreas que serão ofertadas e que são consideradas bastante atrativas. A margem equatorial, por exemplo, será muito atrativa porque você tem descobertas interessantes feitas recentemente pela Petrobras na Bacia do Ceará, e que tem uma analogia com a da África, sobretudo mais ao Norte - onde houve descobertas nas Guianas com estruturas geológicas muito similares”, disse.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) vai aguardar a publicação da resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), com a definição do número de blocos e as áreas que entraram no leilão para se pronunciar oficialmente sobre a 11ª Rodada de Licitações de Blocos Exploratórios para a exploração e produção de petróleo e gás natural nas bacias sedimentares do país.


No seu site, a agência reguladora confirma a decisão tomada pela presidente Dilma Rousseff que, inclusive, assinou na quinta-feira (10) a autorização para que a ANP faça o leilão. A presidente também autorizou o cancelamento da oitava rodada, ocorrida em 2006, e suspensa pela Justiça.


Segundo a ANP, a assinatura ocorreu durante reunião da presidenta com o ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, com a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Magda Chambriard, e com o secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, Marco Antonio Martins Almeida.


Prevista para ser ocorrer em maio próximo, a 11ª Rodada de Licitações estará, a princípio, ofertando 172 blocos em terra e mar, divididos em 17 setores, em nove bacias sedimentares do pais. Elas deverão começar a ser apresentadas às petroleiras a partir de janeiro do próximo ano e incluem, ainda, como destaque, blocos no Recôncavo Baiano. Em entrevista recente, o diretor da ANP, Helder Queiroz, informou que a agência reguladora estará ofertando áreas com bastante atratividade para as empresas, o que deverá tornar o leilão bastante competitivo.


“Primeiro porque está parada há já algum tempo [a realização de leilões], depois tem áreas que serão ofertadas e que são consideradas bastante atrativas. A margem equatorial, por exemplo, será muito atrativa porque você tem descobertas interessantes feitas recentemente pela Petrobras na Bacia do Ceará, e que tem uma analogia com a da África, sobretudo mais ao Norte - onde houve descobertas nas Guianas com estruturas geológicas muito similares”, disse.

 

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