Indústria

Anfavea mantém projeção de crescimento entre 3,5% e 4,5%

Redução do IPI será prorrogada.

Agência Brasil
05/04/2013 09:28
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O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini, acredita que a prorrogação da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) será suficiente para alcançar a meta de crescimento de 3,5% a 4,5%, estimada para o setor neste ano. "A base para esse crescimento está lançada, agora é a vez das montadoras agirem. Vamos ter competição entre elas. A relação entre preço e demanda pode impulsionar a venda nos próximos trimestres", disse ao apresentar na quinta-feira (4) o balanço do setor no mês de março.
Os números mostram um crescimento de 1,5%, de janeiro a março, na comparação com o mesmo período do ano passado. Foram comercializados 12,1 mil autoveículos a mais este ano do que no primeiro trimestre de 2012. A denominação autoveículos inclui automóveis, comerciais leves (como vans) e caminhões. "Não é um mau número, mas, para chegar em 4,5% no final do ano, era realmente necessária essa medida do IPI. Nos demais trimestres, temos que aumentar o índice", avaliou.
Na comparação com março do ano passado, houve retração de 5,5% nas vendas do último mês, passando de 300,6 mil para 283,9 mil autoveículos comercializados. Belini avalia que o decréscimo está relacionado à diferença de dias entre os períodos analisados. "Março deste ano teve dois dias a menos que o ano passado", disse. Na média diária de unidades comercializadas, foram 14.196 unidades em março deste ano ante 13.662 unidades no ano anterior, o que demonstra alta de 3,9%.
A venda de automóveis e comerciais leves alcançou a marca de 268,6 mil unidades em março deste ano, com uma média diária de 13.429. Em relação ao número absoluto de março do ano passado, quando foram comercializadas 283,8 mil unidades, houve retração de 5,4%. Na comparação com a média diária, no entanto, houve acréscimo de 4,1% neste ano. Em 2012, a média diária de unidades licenciadas ficou em 12.899. No trimestre, a alta em relação ao mesmo período do ano passado é  2,1%.
O licenciamento de caminhões apresenta retração de 8,7% na comparação trimestral. A média de unidades diárias passou de 597 para 572. Em relação a março do ano passado, o balanço demonstra que houve decréscimo de 10,3% nas vendas, passando de 13.687 em 2012 para 12.284 em março deste ano. A média diária também caiu 1,3% (de 622 para 614).
Em relação ao número de empregos gerados pelo setor, houve redução de 52 vagas entre fevereiro e março deste ano. "Estamos mantendo o nível de emprego", disse. Belini informou que, durante a negociação com o governo federal para renovação do IPI reduzido, não houve acerto de uma contrapartida no sentido de que os empregos fossem mantidos. "Nós não discutimos isso, mas tendo mercado, tendo produção, o governo sabe que automaticamente os empregos estão garantidos".

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini, acredita que a prorrogação da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) será suficiente para alcançar a meta de crescimento de 3,5% a 4,5%, estimada para o setor neste ano. "A base para esse crescimento está lançada, agora é a vez das montadoras agirem. Vamos ter competição entre elas. A relação entre preço e demanda pode impulsionar a venda nos próximos trimestres", disse ao apresentar na quinta-feira (4) o balanço do setor no mês de março.


Os números mostram um crescimento de 1,5%, de janeiro a março, na comparação com o mesmo período do ano passado. Foram comercializados 12,1 mil autoveículos a mais este ano do que no primeiro trimestre de 2012. A denominação autoveículos inclui automóveis, comerciais leves (como vans) e caminhões. "Não é um mau número, mas, para chegar em 4,5% no final do ano, era realmente necessária essa medida do IPI. Nos demais trimestres, temos que aumentar o índice", avaliou.


Na comparação com março do ano passado, houve retração de 5,5% nas vendas do último mês, passando de 300,6 mil para 283,9 mil autoveículos comercializados. Belini avalia que o decréscimo está relacionado à diferença de dias entre os períodos analisados. "Março deste ano teve dois dias a menos que o ano passado", disse. Na média diária de unidades comercializadas, foram 14.196 unidades em março deste ano ante 13.662 unidades no ano anterior, o que demonstra alta de 3,9%.


A venda de automóveis e comerciais leves alcançou a marca de 268,6 mil unidades em março deste ano, com uma média diária de 13.429. Em relação ao número absoluto de março do ano passado, quando foram comercializadas 283,8 mil unidades, houve retração de 5,4%. Na comparação com a média diária, no entanto, houve acréscimo de 4,1% neste ano. Em 2012, a média diária de unidades licenciadas ficou em 12.899. No trimestre, a alta em relação ao mesmo período do ano passado é  2,1%.


O licenciamento de caminhões apresenta retração de 8,7% na comparação trimestral. A média de unidades diárias passou de 597 para 572. Em relação a março do ano passado, o balanço demonstra que houve decréscimo de 10,3% nas vendas, passando de 13.687 em 2012 para 12.284 em março deste ano. A média diária também caiu 1,3% (de 622 para 614).


Em relação ao número de empregos gerados pelo setor, houve redução de 52 vagas entre fevereiro e março deste ano. "Estamos mantendo o nível de emprego", disse. Belini informou que, durante a negociação com o governo federal para renovação do IPI reduzido, não houve acerto de uma contrapartida no sentido de que os empregos fossem mantidos. "Nós não discutimos isso, mas tendo mercado, tendo produção, o governo sabe que automaticamente os empregos estão garantidos".

 

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