Energia

Aneel suspende temporariamente punições à Jirau por atraso

Operadora quer mais 187 dias para começar a vender energia.

Valor Online
22/10/2013 11:03
Visualizações: 850

 

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) suspendeu cautelarmente a cobrança de penalidades pelo atraso da entrada em operação da usina de Jirau, em Rondônia, até que seja julgado o pedido da operadora da hidrelétrica de postergar em 187 dias o início da venda de energia por parte da usina.
A suspensão vale apenas para esse período e não para atrasos superiores. Como a Aneel não julgou o mérito da questão, ou seja, a postergação do início da venda de energia, a suspensão levou em conta o prazo máximo pedido pela operadora da usina de Jirau, a Energia Sustentável do Brasil.
No cronograma original, a entrada em operação da usina estava prevista para 1° de janeiro deste ano, mas a Aneel já concedeu mais 52 dias para esse início devido à retenção de equipamentos pela Receita Federal.
O novo pedido de postergação argumenta que o atraso de cerca de seis meses aconteceu por causa de greves no canteiro e atos de vandalismo decorrentes da paralisação, ocorrida em 2012. Assim, a empresa responsável pela hidrelétrica afirma que o atraso não é de sua responsabilidade e não pode ser previsto.
A Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) e a Elektro, distribuidora de energia que atua em São Paulo e Mato Grosso, argumentaram contra a decisão durante o julgamento, dizendo que com a postergação o prejuízo passaria para as distribuidoras de energia e, posteriormente, aos consumidores.
Isso porque a fornecedora de energia, caso não consiga respeitar o cronograma para o início do funcionamento, deve comprar energia no mercado para compensar a que não pode fornecer. Com a postergação, esse ônus passaria para as distribuidoras.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) suspendeu cautelarmente a cobrança de penalidades pelo atraso da entrada em operação da usina de Jirau, em Rondônia, até que seja julgado o pedido da operadora da hidrelétrica de postergar em 187 dias o início da venda de energia por parte da usina.

A suspensão vale apenas para esse período e não para atrasos superiores. Como a Aneel não julgou o mérito da questão, ou seja, a postergação do início da venda de energia, a suspensão levou em conta o prazo máximo pedido pela operadora da usina de Jirau, a Energia Sustentável do Brasil.

No cronograma original, a entrada em operação da usina estava prevista para 1° de janeiro deste ano, mas a Aneel já concedeu mais 52 dias para esse início devido à retenção de equipamentos pela Receita Federal.

O novo pedido de postergação argumenta que o atraso de cerca de seis meses aconteceu por causa de greves no canteiro e atos de vandalismo decorrentes da paralisação, ocorrida em 2012. Assim, a empresa responsável pela hidrelétrica afirma que o atraso não é de sua responsabilidade e não pode ser previsto.

A Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) e a Elektro, distribuidora de energia que atua em São Paulo e Mato Grosso, argumentaram contra a decisão durante o julgamento, dizendo que com a postergação o prejuízo passaria para as distribuidoras de energia e, posteriormente, aos consumidores.

Isso porque a fornecedora de energia, caso não consiga respeitar o cronograma para o início do funcionamento, deve comprar energia no mercado para compensar a que não pode fornecer. Com a postergação, esse ônus passaria para as distribuidoras.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Aviação
IBP promove fórum sobre SAF para debater a implementação...
15/06/26
Energia Elétrica
Expansão de data centers pressiona infraestrutura energé...
15/06/26
Combustível
Etanol encerra a semana em alta e com reação diante do a...
15/06/26
Gás Natural
ANP concede prazo para adequação de importadores a resol...
12/06/26
E&P
ANP divulga Calendário Estratégico Unificado de Avaliaçõ...
12/06/26
Combustíveis
ANP toma medidas para priorizar ações de respostas a imp...
12/06/26
Aviação
IBP promove fórum sobre SAF para debater a implementação...
12/06/26
GLP
Sindigás: ANP paralisa "reforma do GLP" e acena com caut...
12/06/26
Biometano
Orizon conclui incorporação da Vital e cria líder latino...
12/06/26
Manaus
Distribuidoras apoiam parecer da AGU que recomenda suspe...
12/06/26
Transição Energética
IBP debate protagonismo de São Paulo no mercado de energia
11/06/26
Etanol de milho
Atvos recebe Licença de Instalação para sua primeira uni...
10/06/26
Aviação
Acelen Renováveis e IATA firmam parceria para impulsiona...
10/06/26
Evento
Fenasucro & Agrocana 2026 aprimora rastreabilidade de em...
10/06/26
Meio Ambiente
Constellation apoia restauração de recifes de coral no N...
10/06/26
Parceria
MME promove nova rodada de debate sobre a Estratégia Nac...
09/06/26
Etanol
Preço do hidratado cai pela 2ª semana consecutiva
09/06/26
BOGE 2026
Smart Control ganha destaque na Bahia Oil & Gas Energy 2...
08/06/26
Investimentos
Mar aberto para o crescimento: investimentos impulsionam...
08/06/26
Transmissão
ENGIE lidera projeto de tecnologia inédito e investe R$ ...
08/06/26
Aviação
O Brasil pode se tornar uma potência em SAF
08/06/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.