Economia

Analistas pioram expectativa para a indústria

Mas elevam a do PIB.

Valor Online
17/03/2014 10:48
Visualizações: 667

 

Os analistas de mercado reduziram suas estimativas para a produção industrial brasileira neste ano, mas elevaram ligeiramente suas expectativas para o desempenho da economia, de acordo com o boletim Focus, do Banco Central.
A mediana das estimativas para a produção da indústria caiu de 1,57% para 1,44% neste ano, mas subiu de 2,95% para 3% em 2015. Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a produção industrial de janeiro aumentou 2,9% sobre dezembro, feitos os ajustes sazonais. Embora o número tenha ficado acima do esperado, analistas disseram que ainda é cedo para estimar uma recuperação. Depois, o IBGE informou que as vendas do varejo também cresceram acima do esperado em janeiro, 0,4% ante dezembro.
Quanto ao Produto Interno Bruto (PIB), os analistas agora esperam aumento de 1,70%, ante 1,68% na semana anterior. Há um mês, a estimativa era de 1,79%. Para 2015, a estimativa segue em crescimento de 2%.
Dólar
Segundo o Focus, que capta as avaliações de cem instituições financeiras, o mercado também elevou as estimativas para a cotação do dólar ante o real ao fim deste ano, de R$ 2,48 para R$ 2,49, enquanto reduziram a expectativa para a moeda no fim de 2015, de R$ 2,55 para R$ 2,54.
Na semana passada, a moeda acumulou alta de 0,13% e fechou a sexta-feira valendo R$ 2,3510. Na sexta-feira houve queda de 0,55% por conta da decepção com dados que criaram incertezas a respeito da recuperação da economia dos Estados Unidos.
O Focus também mostrou piora na expectativa para o déficit em conta corrente em 2014, de US$ 75 bilhões para US$ 76 bilhões, e para 2015, de US$ 67,90 bilhões para US$ 72 bilhões.
A estimativa para o saldo da balança comercial também teve ajuste negativo, de US 6,36 bilhões para R$ 5 bilhões neste ano. Para 2015, a projeção seguiu em US$ 10 bilhões.
O investimento direto estrangeiro (IED) foi ligeiramente ajustado de US$ 58 bilhões para US$ 58,8 bilhões neste ano e seguiu em US$ 55 bilhões em 2015.

Os analistas de mercado reduziram suas estimativas para a produção industrial brasileira neste ano, mas elevaram ligeiramente suas expectativas para o desempenho da economia, de acordo com o boletim Focus, do Banco Central.

A mediana das estimativas para a produção da indústria caiu de 1,57% para 1,44% neste ano, mas subiu de 2,95% para 3% em 2015. Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a produção industrial de janeiro aumentou 2,9% sobre dezembro, feitos os ajustes sazonais. Embora o número tenha ficado acima do esperado, analistas disseram que ainda é cedo para estimar uma recuperação. Depois, o IBGE informou que as vendas do varejo também cresceram acima do esperado em janeiro, 0,4% ante dezembro.

Quanto ao Produto Interno Bruto (PIB), os analistas agora esperam aumento de 1,70%, ante 1,68% na semana anterior. Há um mês, a estimativa era de 1,79%. Para 2015, a estimativa segue em crescimento de 2%.


Dólar

Segundo o Focus, que capta as avaliações de cem instituições financeiras, o mercado também elevou as estimativas para a cotação do dólar ante o real ao fim deste ano, de R$ 2,48 para R$ 2,49, enquanto reduziram a expectativa para a moeda no fim de 2015, de R$ 2,55 para R$ 2,54.

Na semana passada, a moeda acumulou alta de 0,13% e fechou a sexta-feira valendo R$ 2,3510. Na sexta-feira houve queda de 0,55% por conta da decepção com dados que criaram incertezas a respeito da recuperação da economia dos Estados Unidos.

O Focus também mostrou piora na expectativa para o déficit em conta corrente em 2014, de US$ 75 bilhões para US$ 76 bilhões, e para 2015, de US$ 67,90 bilhões para US$ 72 bilhões.

A estimativa para o saldo da balança comercial também teve ajuste negativo, de US 6,36 bilhões para R$ 5 bilhões neste ano. Para 2015, a projeção seguiu em US$ 10 bilhões.

O investimento direto estrangeiro (IED) foi ligeiramente ajustado de US$ 58 bilhões para US$ 58,8 bilhões neste ano e seguiu em US$ 55 bilhões em 2015.

 

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