Obras

Ampliação dos molhes no porto de Rio Grande só sai em dez anos

<P>O prolongamento dos molhes do Rio Grande, cujas obras iniciaram em 2002, só deve ser efetivado entre dez e 15 anos. A demora na conclusão da obra, que ampliaria de 40 pés para 60 pés o calado do porto rio-grandino, é explicada pelo tipo de carga movimentada no local. Portos como o de Tubarã...

Jornal do Commercio (POA)
22/10/2006 21:00
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O prolongamento dos molhes do Rio Grande, cujas obras iniciaram em 2002, só deve ser efetivado entre dez e 15 anos. A demora na conclusão da obra, que ampliaria de 40 pés para 60 pés o calado do porto rio-grandino, é explicada pelo tipo de carga movimentada no local. Portos como o de Tubarão, que movimentam cargas como o minério de ferro, é que necessitam de uma profundidade maior, avalia o coordenador-geral de Programas de Transportes Aquaviários do Ministério dos Transportes, Edison de Oliveira Vianna Júnior.

A obra, que aparece nas listas com indícios de irregularidade do Tribunal de Contas da União (TCU), está paralisada desde 2002, apesar de não ter havido determinação do tribunal para o bloqueio. O diretor-técnico do TCU no Rio Grande do Sul, Cláudio Augusto Prates Thomas, diz que o tribunal liberou a construção de até 50% da estrutura e condicionou a conclusão do empreendimento ao licenciamento ambiental e a um estudo de viabilidade econômica. Até o momento, cerca de 28% do prolongamento dos molhes foi realizado. Thomas calcula que cerca de R$ 56 milhões já foram investidos na obra, orçada originalmente em R$ 207 milhões.

A ampliação do calado do porto do Rio Grande ainda necessita de aprovação do governo federal. O superintendente do porto do Rio Grande, Vidal Áureo Mendonça, afirma que o calado precisa ser aprofundado para 45 pés. Representante do ministério dos Transportes, Vianna Júnior informa que o aumento da profundidade virá gradualmente, passando para 45 pés e depois 50 pés. O dirigente informou ainda que a implantação do ISPS Code (Código Internacional de Segurança e Proteção às embarcações e Instalações Portuárias) estará consolidada até o final do ano.

Fonte: Jornal do Commercio (POA)

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