Produtos e Serviços

AES Tietê desenvolve programa que prevê falhas no sistema operacional das usinas

O sistema trará mais confiabilidade aos equipamentos das hidrelétricas.

Redação TN
04/12/2012 15:00
Visualizações: 1106

 

AES Tietê desenvolve programa que prevê falhas no sistema operacional das usinas
 
 
 
 
 
Com um investimento de R$ 3 milhões, o sistema Orion eAPI trará mais confiabilidade aos equipamentos das usinas hidrelétricas da empresa
 
A AES Tietê, empresa de geração e comercialização de energia do Grupo AES Brasil, está desenvolvendo, em parceria com a ReliaSoft, um sistema capaz de prever falhas nos equipamentos operacionais de suas usinas. A tecnologia Orion eAPI indicará a probabilidade de falhas nos componentes das turbinas das usinas hidrelétricas e realizará a gestão das manutenções, a partir do cruzamento de informações de demanda de energia, histórico de manutenções e cálculos de desgaste dos equipamentos.
 
Além disso, o sistema centralizará informações de outros programas de manutenção. O projeto de pesquisa e desenvolvimento tem investimento de R$ 3 milhões e conta com o apoio da Universidade de São Paulo (USP) e da SKF Brasil.
 
Segundo o diretor de Operações e Manutenção da AES Tietê, Ítalo Freitas Filho, o sistema é focado na política de gestão de ativos da empresa, que alinha a operação dos ativos da geradora às suas estratégias, e possibilitará o direcionamento do planejamento e estratégias mais precisas. “A nova versão do Orion eAPI foi desenvolvida especialmente para a AES Tietê e vai garantir às equipes de engenharia e manutenção operar um sistema de gestão de ativos muito avançado, que permite até mesmo simulações de operação”, diz Freitas Filho.
 
A análise de degradação dos equipamentos é baseada em conceitos de monitoração preventiva e modelos de análise de confiabilidade. Dessa forma, a detecção antecipada de eventuais problemas nas máquinas pode ser constantemente atualizada em função da variação dos parâmetros operacionais de cada componente ou das demandas de cargas pelas quais a turbina será submetida. “Tal sistema permite uma tomada de decisão racional sobre a necessidade de execução de grandes reformas ou modernizações nos hidrogeradores, tendo em vista atender a um requisito de disponibilidade ao longo de toda a vida operacional dos equipamentos”, explica o diretor.
 
Um dos diferenciais desse sistema está na integração de avançadas ferramentas de análise, como a Engenharia da Confiabilidade Quantitativa, análises de Manutenção Centrada em Confiabilidade (RCM), Análise de Causa Raiz (RCA) e Análise de Degradação. Outra inovação é o gestor de projetos de melhoria, ferramenta que permite o gerenciamento e acompanhamento de todo plano de ação em um único local. 
 
Com essas análises e indicadores de performance, a AES Tietê estará apoiada por informações confiáveis e representativas que subsidiarão suas decisões estratégicas. O desenvolvimento deste projeto faz parte da política da empresa em buscar a excelência no processo de geração de energia elétrica.
 
A iniciativa integra o compromisso de Eficiência no Uso dos Recursos Financeiros, que faz parte da Plataforma de Sustentabilidade da empresa http://www.aesbrasilsustentabilidade.com.br/


A AES Tietê, empresa de geração e comercialização de energia do Grupo AES Brasil, está desenvolvendo, em parceria com a ReliaSoft, um sistema capaz de prever falhas nos equipamentos operacionais de suas usinas. A tecnologia Orion eAPI indicará a probabilidade de falhas nos componentes das turbinas das usinas hidrelétricas e realizará a gestão das manutenções, a partir do cruzamento de informações de demanda de energia, histórico de manutenções e cálculos de desgaste dos equipamentos.


 
Além disso, o sistema centralizará informações de outros programas de manutenção. O projeto de pesquisa e desenvolvimento tem investimento de R$ 3 milhões e conta com o apoio da Universidade de São Paulo (USP) e da SKF Brasil.


 
Segundo o diretor de Operações e Manutenção da AES Tietê, Ítalo Freitas Filho, o sistema é focado na política de gestão de ativos da empresa, que alinha a operação dos ativos da geradora às suas estratégias, e possibilitará o direcionamento do planejamento e estratégias mais precisas. “A nova versão do Orion eAPI foi desenvolvida especialmente para a AES Tietê e vai garantir às equipes de engenharia e manutenção operar um sistema de gestão de ativos muito avançado, que permite até mesmo simulações de operação”, diz Freitas Filho.


A análise de degradação dos equipamentos é baseada em conceitos de monitoração preventiva e modelos de análise de confiabilidade. Dessa forma, a detecção antecipada de eventuais problemas nas máquinas pode ser constantemente atualizada em função da variação dos parâmetros operacionais de cada componente ou das demandas de cargas pelas quais a turbina será submetida. “Tal sistema permite uma tomada de decisão racional sobre a necessidade de execução de grandes reformas ou modernizações nos hidrogeradores, tendo em vista atender a um requisito de disponibilidade ao longo de toda a vida operacional dos equipamentos”, explica o diretor.


 
Um dos diferenciais desse sistema está na integração de avançadas ferramentas de análise, como a Engenharia da Confiabilidade Quantitativa, análises de Manutenção Centrada em Confiabilidade (RCM), Análise de Causa Raiz (RCA) e Análise de Degradação. Outra inovação é o gestor de projetos de melhoria, ferramenta que permite o gerenciamento e acompanhamento de todo plano de ação em um único local. 


 
Com essas análises e indicadores de performance, a AES Tietê estará apoiada por informações confiáveis e representativas que subsidiarão suas decisões estratégicas. O desenvolvimento deste projeto faz parte da política da empresa em buscar a excelência no processo de geração de energia elétrica.


 
A iniciativa integra o compromisso de Eficiência no Uso dos Recursos Financeiros, que faz parte da Plataforma de Sustentabilidade da empresa.

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Investimento
Camorim investe R$ 52 mi na construção de uma das maiore...
13/04/26
Bacia de Campos
Nova descoberta de hidrocarbonetos em águas profundas no...
13/04/26
BOGE 2026
Maior encontro de petróleo e gás do Norte e Nordeste es...
10/04/26
ANP
Fiscalização: aprovada consulta pública para revisão de ...
10/04/26
ANP
Reservas provadas de petróleo no Brasil cresceram 3,84% ...
10/04/26
Bacia de Campos
Petrobras retoma 100% de participação no campo de Tartar...
10/04/26
Oportunidade
Por que formar profissionais para funções críticas se to...
09/04/26
Energias Renováveis
Crise energética global impulsiona protagonismo do Brasi...
09/04/26
Pessoas
Alcoa e Posidonia reforçam avanços na equidade de gênero...
08/04/26
Evento
Fórum nacional debate expansão do biogás e do biometano ...
08/04/26
Curso
Firjan SENAI e Foresea assinam parceria para oferecer cu...
08/04/26
Posicionamento IBP
Taxação de 12% na MP1340 gera sobreposição tributária e ...
08/04/26
iBEM26
Entrevista exclusiva: Rosatom mira o Brasil e reforça pr...
07/04/26
Resultado
Porto do Açu garante R$ 237 milhões em royalties retroat...
07/04/26
Pessoas
Angélica Laureano é a nova Diretora Executiva de Logísti...
07/04/26
Biometano
ANP credencia primeiro Agente Certificador de Origem (AC...
07/04/26
ANP
Conteúdo local: ANP ultrapassa marco de 30 TACS
07/04/26
Cana Summit
Juros elevados e crédito mais restrito colocam fluxo de ...
07/04/26
BRANDED CONTENT
Intercabos® lança novo site e concretiza presença no mer...
07/04/26
PPSA
União recebe R$ 917,32 milhões por redeterminação de Tupi
07/04/26
Combustíveis
ETANOL/CEPEA: Preço médio da safra 25/26 supera o da tem...
07/04/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

23