Gabrielli

"Ações do TCU não alteram planos da Petrobras"

O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, afirmou ontem que a onda de denúncias envolvendo licitações da estatal não atrapalhou os planos da empresa, que, segundo ele, tem colaborado com as investigações e respondido aos questionamentos do TCU (Tribunal de Contas da União) de acordo

Jornal do Commercio
19/07/2007 00:00
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O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, afirmou ontem que a onda de denúncias envolvendo licitações da estatal não atrapalhou os planos da empresa, que, segundo ele, tem colaborado com as investigações e respondido aos questionamentos do TCU (Tribunal de Contas da União) de acordo com a lei.

Um relatório preliminar do TCU apontou na semana passada pagamentos indevidos a empresas construtoras das plataformas P-52 e P-54, numa denúncia que se seguiu à divulgação, pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal, de um esquema de fraudes em licitações envolvendo prestadoras de serviço para a estatal.

"A empresa está trabalhando normalmente em todas as suas atividades. Nossa produção está aumentando, as inúmeras obras em andamento, e a diretoria se reunindo para discutir as grandes decisões que precisam ser tomadas no dia a dia de uma grande empresa como a Petrobras", disse Gabrielli.

Na terça-feira, a Petrobras informou que a média de produção de petróleo no Brasil subiu 3,7 por cento em junho, em relação a maio, para 1,827 milhão de barris diários, após dois meses consecutivos de queda no volume produzido.

Segundo Gabrielli, a empresa também continua com os planos de revisão do Plano de Negócios. "Nossas ações continuam em ritmo ascendente nas bolsas de valores. A Petrobras vai continuar merecendo o respeito e a admiração de todos os brasileiros."

Questionado se a Petrobras negaria acesso do TCU às suas contas, Gabrielli afirmou: "A Petrobras presta todos os esclarecimentos solicitados pelo TCU. O que não podemos fornecer é senha para acesso irrestrito, como foi solicitado".

Ele explicou que isso ocorre porque há algumas informações de natureza estratégica e negocial. "A divulgação dessas informações é absolutamente inconcebível no setor competitivo em que atuamos", acrescentou ele, lembrando que outro ponto importante tem relação com as informações relevantes ao mercado que, em caso de empresas de capital aberto, têm prazos e momentos adequados para serem divulgadas.

A empresa tem até hoje para responder aos questionamentos do TCU, e Gabrielli disse que a empresa adotará o procedimento de sempre.

"Quase a totalidade das divergências com o TCU são de natureza formal e relacionadas com os nossos procedimentos licitatórios", disse o presidente da Petrobras.
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