Rio Gas & Power Forum 2014

Abraget: Brasil dependerá cada vez mais das termelétricas

Alternativa trará maior segurança à geração de energia elétrica.

Redação TN
10/04/2014 10:57
Visualizações: 550

 

O Brasil dependerá cada vez mais das termelétricas para complementação da oferta de energia firme do Sistema Interligado Nacional (SIN). A afirmação foi feita na manhã desta quinta-feira (10), por Edmundo Alfredo da Silva, consultor da Associação Brasileira de Geradoras Termelétricas (Abraget), durante o evento Rio Gas Forum, que termina hoje no Rio. Segundo ele, somente estes insumos serão capazes de gerar oferta complementar (e necessária) para a expansão do parque de geração brasileiro.
"Uma matriz elétrica mais equilibrada terá maior segurança à geração de energia elétrica, possibilitando mais desenvolvimento para o Brasil. As termelétricas a gás, carvão e urânio não competem com as hidrelétricas, eólicas e biomassa. São fontes complementares que possibilitarão que o país não se torne dependente das condições climáticas", diz.
O executivo explica que a despachabilidade das termelétricas é um atributo fundamental em sistema hidrotérmico, o que as diferencia das demais fontes. Assim, o Operador Nacional do Sistema (ONS) pode dispor das usinas termelétricas a qualquer momento, adicionando-as, todas as vezes que ocorrem eventos inesperados.
Sobre a questão de infraestrutura de transporte de gás natural, a Abraget acredita que é necessário expandir a rede de gasodutos para o interior do país e criar polos industriais bem como a geração termelétrica. Dentre os desafios dessa geração termelétrica, está a necessidade de comprovação de garantia do combustível por 20 anos e a penalização por falta de combustível.
"O fato de ter que comprovar reservas de gás para atender aos projetos termelétricos, independente da plausibilidade da contratação dos candidatos no leilão, torna praticamente impossível que se assegure gás, por 20 anos, para todos os projetos candidatos", comenta.
Novos projetos de geração (hidráulicos e eólicos) com produção intermitente fará com que térmicas sejam despachadas com maior frequência para assegurar suprimento.

O Brasil dependerá cada vez mais das termelétricas para complementação da oferta de energia firme do Sistema Interligado Nacional (SIN). A afirmação foi feita na manhã desta quinta-feira (10), por Edmundo Alfredo da Silva, consultor da Associação Brasileira de Geradoras Termelétricas (Abraget), durante o evento Rio Gas Forum, que termina hoje no Rio. Segundo ele, somente estes insumos serão capazes de gerar oferta complementar (e necessária) para a expansão do parque de geração brasileiro.

"Uma matriz elétrica mais equilibrada terá maior segurança à geração de energia elétrica, possibilitando mais desenvolvimento para o Brasil. As termelétricas a gás, carvão e urânio não competem com as hidrelétricas, eólicas e biomassa. São fontes complementares que possibilitarão que o país não se torne dependente das condições climáticas", diz.

O executivo explica que a despachabilidade das termelétricas é um atributo fundamental em sistema hidrotérmico, o que as diferencia das demais fontes. Assim, o Operador Nacional do Sistema (ONS) pode dispor das usinas termelétricas a qualquer momento, adicionando-as, todas as vezes que ocorrem eventos inesperados.

Sobre a questão de infraestrutura de transporte de gás natural, a Abraget acredita que é necessário expandir a rede de gasodutos para o interior do país e criar polos industriais bem como a geração termelétrica. Dentre os desafios dessa geração termelétrica, está a necessidade de comprovação de garantia do combustível por 20 anos e a penalização por falta de combustível.

"O fato de ter que comprovar reservas de gás para atender aos projetos termelétricos, independente da plausibilidade da contratação dos candidatos no leilão, torna praticamente impossível que se assegure gás, por 20 anos, para todos os projetos candidatos", comenta.

Novos projetos de geração (hidráulicos e eólicos) com produção intermitente fará com que térmicas sejam despachadas com maior frequência para assegurar suprimento.

 

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