Combustíveis

3 motivos para seguir comprado no etanol, mesmo com a chegada dos carros elétricos

Money Times, 18/06/2021
18/06/2021 11:22
Visualizações: 1250

Com os carros elétricos chegando ao mercado brasileiro, cada vez mais os biocombustíveis (etanol e biodiesel) têm sido colocados contra a parede. Mas, na avaliação do Santander Brasil (SANB11), o etanol não não está com os dias contados, muito pelo contrário.

De acordo com um relatório obtido pelo Money Times, o consumo de biocombustíveis deve se manter sólido, mesmo com a penetração dos veículos elétricos (VEs) no País. Por quê?

DivulgaçãoO tempo explica boa parte da análise elaborada pelo Santander, após conversar com a equipe da Energia da Bain & Company sobre as perspectivas do etanol e o impacto potencial com veículos elétricos adentrado o mercado brasileiro.

"O número de carros elétricos só deve começar a crescer mais significativamente em 2030 em diante, devido à alta penetração do etanol e à limitação potencial para subsídios do governo brasileiro aos veículos elétricos", é o primeiro motivo identificado pelos analistas setoriais Christian Audi e Rodrigo Almeida, que assinam o relatório.

Na sequência, a dupla do Santander explica que o RenovaBio deve continuar incentivando a produção de biocombustíveis --- principalmente pelo incentivo econômico aos produtores --, mantendo o etanol vivo e competitivo no jogo.

Como terceiro ponto, a demanda por biocombustíveis também deve continuar a aumentar globalmente devido às metas agressivas de mistura, os analistas citam, por exemplo, a recente mudança da Índia para lançar o E20 até 2023.

De acordo com um estudo liderado por um influente executivo do setor de açúcar & etanol, o Brasil está prestes a inundar o mercado mundial de açúcar porque a transição do país para veículos elétricos reduzirá a demanda por biocombustíveis de base agrícola.

A demanda por etanol, que em alguns anos corresponde a mais de 50% de toda a cana-de-açúcar moída no Brasil, pode começar a diminuir a partir de 2025 e recuar cerca de 40% até 2035, de acordo com o cenário mais pessimista traçado pelo estudo.

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Pessoas
Angélica Laureano é a nova Diretora Executiva de Logísti...
07/04/26
Biometano
ANP credencia primeiro Agente Certificador de Origem (AC...
07/04/26
ANP
Conteúdo local: ANP ultrapassa marco de 30 TACS
07/04/26
Cana Summit
Juros elevados e crédito mais restrito colocam fluxo de ...
07/04/26
BRANDED CONTENT
Intercabos® lança novo site e concretiza presença no mer...
07/04/26
PPSA
União recebe R$ 917,32 milhões por redeterminação de Tupi
07/04/26
Combustíveis
ETANOL/CEPEA: Preço médio da safra 25/26 supera o da tem...
07/04/26
Estudo
Brasil amplia dependência de térmicas, mas falta de esto...
06/04/26
Oferta Permanente
Oferta Permanente de Partilha (OPP): ANP publica novo edital
06/04/26
Tributação
Infis Consultoria promove 4º Seminário Tributação em Óle...
06/04/26
Hidrogênio Verde
Estudo no RCGI mapeia regiões com maior potencial para p...
06/04/26
Diesel
Subvenção ao diesel: ANP inicia consulta pública de cinc...
02/04/26
GLP
Supergasbras realiza a primeira importação de BioGL do B...
02/04/26
Cana Summit
Setor sucroenergético avalia efeitos da Reforma Tributár...
02/04/26
Rio de Janeiro
Para Firjan juros em dois dígitos e rigidez fiscal barra...
02/04/26
Resultado
Com 5,304 milhões de boe/d, produções de petróleo e de g...
02/04/26
Logística
Vast realiza primeira operação de transbordo de petróleo...
01/04/26
ANP
Audiência pública debate revisão de resolução sobre aqui...
01/04/26
Biocombustíveis
RenovaBio: ANP divulga metas definitivas para as distrib...
31/03/26
Drilling
Norbe IX, da Foresea, conclui parada programada de manut...
31/03/26
Etanol
Produtor de cana avança com novas estratégias para reduz...
31/03/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

23