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América do Sul

Uruguai quer alterar contratos para permitir mais estudos geológicos

13/01/2006 | 00h00

O governo do Uruguai decidirá em princípios de março se ratifica uma resolução que modificaria os contratos de serviçõs para permitir que petroleiras privadas de menor porte se associem com a petroleira estatal Ancap em atividades upstream, disse a BNamericas uma fonte da Ancap.

A atual resolução 930 promulgada em 1993 exige às petroleiras que se associam com a Ancap demonstrar que possuem o capital e a experiência para a perfuração offshore, o que é impossível para muitas empresas pequenaos, segundo a fonte.

Esta nova resolução permitiria às firmas de menor envergadura realizar estudos geológicos, incluída a sísmica, e logo vender a informaçãoa empresas maiores, tais como a energética federal brasileira, a Petrobras, que são capazes de realizar trabalhos de perfuração.   
 
Até agora todas as empresas que apresentaram propostas a Ancap por contratos de exploração foram de menor porte e portanto não foi possível cumprir os requisitos econômicos ou técnicos dos contratos.

As propostas para os novos contratos devem incluir um percentual de produção dos blocos de maneira a recuperar o investimento, que varia dependendo da produtividade do bloco, informou a fonte.

A Ancap já reprocessou 12 mil km de informação sísmica bidimensional que está disponível um um pacote de US$ 20 mil. Além do mais, outras emrpesas executaram estudos sísmicos bidimensionais em 1.800 km, acrescentou a fonte.

A área disponívelpara exploração na plataforma continental do Uruguai consiste em cerca de 60 mil km² a uma profundidade de cerca de 2 mil metros, que será dividade em blocos de 10 mil km².

O diretório da Ancap também está se preparando para lançar uma licitação internacional para explorar um campo de gás descoberto em sua plataforma continental no ano passado, informou o diário El Observador citando o vice-presidente da Ancap, Raúl Sendic.

O campo se situa a 160 km da costa em uma área que cobre 7 mil km². A russa Lukoil Overseas é uma das empresas interessadas, segundo o jornal.



Fonte: BNamericas
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