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Empresas

Venda de ações da OGX garante a Eike R$ 266 milhões

05/09/2013 | 10h53

 

O empresário Eike Batista levantou cerca de R$ 266,4 milhões só com vendas de ações da OGX, sua petroleira, desde março. O empresário ainda pode vender 55 milhões de papéis sem ficar com participação menor que 50% do capital social mais uma ação, o que lhe renderia, segundo preços de ontem, aproximadamente mais R$ 22 milhões.
Ontem, o empresário anunciou que mais uma vez foi ao mercado e se desfez de parte da sua fatia na companhia, vendendo 177,2 milhões de papéis no total. Considerando o preço de fechamento dos quatro pregões em que o empresário realizou as vendas, o capital levantado seria de cerca de R$ 69,2 milhões.
O restante do levantamento feito pelo Valor leva em conta os volumes financeiros de movimentações realizadas por Eike, mês a mês, desde março, segundo formulário consolidado publicado por exigência da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
No total, o empresário já alienou 11,14% do capital da OGX neste ano, ficando com 51,7%. Na semana passada, Eike disse aos investidores que pretendia utilizar o dinheiro para pagar parte dos credores do grupo EBX, que ele também controla. No documento de ontem, o destino dos recursos não foi explicitado.
O acesso do empresário ao mercado para vender seus papéis tem, inclusive, afetado as cotações das ações. Na sexta-feira da semana passada, foram alienadas 65 milhões de ações, a maior quantidade dessa última venda informada. Naquele pregão, a queda da ação na bolsa chegou a 40%, até seu menor valor histórico, de R$ 0,30.
Com a nova movimentação de ontem, as ações da petroleira do grupo EBX fecharam o dia cotadas a R$ 0,41, com queda de 2,38%. O Ibovespa fechou o dia em alta de 0,18%
Uma fatia do montante levantado pelo empresário com as vendas neste ano teria sido utilizada, segundo os comunicados, para quitar débitos com o fundo soberano Mubadala, de Abu Dhabi. Mas se na semana passada Eike havia dito que pretendia continuar se desfazendo de sua participação na OGX, no comunicado de ontem não houve menção a essa perspectiva.
Não é só por meio da OGX que o empresário busca captar recursos. Ações da empresa de estaleiros do grupo, OSX, também foram alienadas, segundo comunicado do dia 28 de agosto: uma fatia de 5,38%, que lhe rendeu aproximadamente R$ 15 milhões. Mas no caso dessa empresa, o objetivo seria capitalizá-la.
Além disso, Eike vendeu o controle da MPX Energia para a alemã E.ON, se desfez de ativos da própria OGX e da mineradora MMX e tenta encontrar compradores para alguns negócios de companhias do grupo que não têm capital aberto. O Hotel Glória, da REX, está nessa lista. A suíça Acron negocia a compra do hotel por cerca de R$ 225 milhões, segundo a agência de notícias Dow Jones.

O empresário Eike Batista levantou cerca de R$ 266,4 milhões só com vendas de ações da OGX, sua petroleira, desde março. O empresário ainda pode vender 55 milhões de papéis sem ficar com participação menor que 50% do capital social mais uma ação, o que lhe renderia, segundo preços de ontem, aproximadamente mais R$ 22 milhões.


Ontem, o empresário anunciou que mais uma vez foi ao mercado e se desfez de parte da sua fatia na companhia, vendendo 177,2 milhões de papéis no total. Considerando o preço de fechamento dos quatro pregões em que o empresário realizou as vendas, o capital levantado seria de cerca de R$ 69,2 milhões.


O restante do levantamento feito pelo Valor leva em conta os volumes financeiros de movimentações realizadas por Eike, mês a mês, desde março, segundo formulário consolidado publicado por exigência da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).


No total, o empresário já alienou 11,14% do capital da OGX neste ano, ficando com 51,7%. Na semana passada, Eike disse aos investidores que pretendia utilizar o dinheiro para pagar parte dos credores do grupo EBX, que ele também controla. No documento de ontem, o destino dos recursos não foi explicitado.

 


O acesso do empresário ao mercado para vender seus papéis tem, inclusive, afetado as cotações das ações. Na sexta-feira da semana passada, foram alienadas 65 milhões de ações, a maior quantidade dessa última venda informada. Naquele pregão, a queda da ação na bolsa chegou a 40%, até seu menor valor histórico, de R$ 0,30.


Com a nova movimentação de ontem, as ações da petroleira do grupo EBX fecharam o dia cotadas a R$ 0,41, com queda de 2,38%. O Ibovespa fechou o dia em alta de 0,18%.

 

Uma fatia do montante levantado pelo empresário com as vendas neste ano teria sido utilizada, segundo os comunicados, para quitar débitos com o fundo soberano Mubadala, de Abu Dhabi. Mas se na semana passada Eike havia dito que pretendia continuar se desfazendo de sua participação na OGX, no comunicado de ontem não houve menção a essa perspectiva.


Não é só por meio da OGX que o empresário busca captar recursos. Ações da empresa de estaleiros do grupo, OSX, também foram alienadas, segundo comunicado do dia 28 de agosto: uma fatia de 5,38%, que lhe rendeu aproximadamente R$ 15 milhões. Mas no caso dessa empresa, o objetivo seria capitalizá-la.


Além disso, Eike vendeu o controle da MPX Energia para a alemã E.ON, se desfez de ativos da própria OGX e da mineradora MMX e tenta encontrar compradores para alguns negócios de companhias do grupo que não têm capital aberto. O Hotel Glória, da REX, está nessa lista. A suíça Acron negocia a compra do hotel por cerca de R$ 225 milhões, segundo a agência de notícias Dow Jones.

 



Fonte: Valor Econômico
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