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Empresas

Tomé investirá R$ 120 milhões para produzir módulos de plataformas

05/11/2012 | 15h07

 

A Tomé Engenharia foi a terceira empresa a receber um terreno da prefeitura de Charqueadas (a cerca de 50 quilômetros de Porto Alegre) para se instalar no recém-criado polo naval da cidade. A empresa irá investir R$ 110 milhões na construção de uma planta que fabricará módulos de plataformas para o setor de petróleo.
A companhia confirma o projeto, mas não fala sobre o assunto por ele ainda estar em fase "embrionária".
O contrato que cede a posse do terreno, porém, foi assinado nesta semana pelo prefeito do município, Davi Gilmar (PDT), e pelo presidente da empresa, Laércio Tomé, segundo a prefeitura.
A companhia irá ocupar um espaço de 26 hectares. Em contrapartida, deve gerar cerca de 1.500 empregos diretos.
A Tomé Engenharia irá instalar sua unidade perto do terreno cedido para a Metasa, que está investindo R$ 120 milhões em sua planta. A empresa deverá ser uma das fornecedoras de estruturas metálicas da Tomé.
A terceira companhia que também recebeu incentivo da prefeitura para formar o polo naval é a Iesa Oléo e Gás.
As empresas foram para a região atraídas não só pelos estímulos públicos, mas também pela localização e pela mão de obra local.
A cidade já é sede de fábricas da GKN do Brasil, de autopeças, e da Gerdau.
"Temos um polo metalomecânico que formou profissionais. Há funções semelhantes entre os que trabalham hoje nesse setor e os que atuarão na indústria oceânica", diz o prefeito da cidade.

A Tomé Engenharia foi a terceira empresa a receber um terreno da prefeitura de Charqueadas (a cerca de 50 quilômetros de Porto Alegre) para se instalar no recém-criado polo naval da cidade. A empresa irá investir R$ 110 milhões na construção de uma planta que fabricará módulos de plataformas para o setor de petróleo.


A companhia confirma o projeto, mas não fala sobre o assunto por ele ainda estar em fase "embrionária".


O contrato que cede a posse do terreno, porém, foi assinado nesta semana pelo prefeito do município, Davi Gilmar (PDT), e pelo presidente da empresa, Laércio Tomé, segundo a prefeitura.


A companhia irá ocupar um espaço de 26 hectares. Em contrapartida, deve gerar cerca de 1.500 empregos diretos.


A Tomé Engenharia irá instalar sua unidade perto do terreno cedido para a Metasa, que está investindo R$ 120 milhões em sua planta. A empresa deverá ser uma das fornecedoras de estruturas metálicas da Tomé.


A terceira companhia que também recebeu incentivo da prefeitura para formar o polo naval é a Iesa Oléo e Gás.


As empresas foram para a região atraídas não só pelos estímulos públicos, mas também pela localização e pela mão de obra local.


A cidade já é sede de fábricas da GKN do Brasil, de autopeças, e da Gerdau.


"Temos um polo metalomecânico que formou profissionais. Há funções semelhantes entre os que trabalham hoje nesse setor e os que atuarão na indústria oceânica", diz o prefeito da cidade.

 



Fonte: Redação / Agência
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