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PD&I

Start-Up Brasil 2.0 apoiará projetos de software e hardware

15/04/2016 | 15h39

O programa Start-Up Brasil ganhou, nesta quarta-feira (13), uma nova etapa, o Start-Up Brasil 2.0. A iniciativa contemplará dois novos projetos voltados para a área de tecnologia da informação, o Start-Up Hardware e o RHAE TICs.

O primeiro apoiará atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação em parceria com centros e institutos de tecnologia e aceleradoras. O segundo capacitará técnicos e gestores nas práticas de inovação, além de inserir pesquisadores nas empresas de tecnologias da informação e comunicação (TICs).

O secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Manoel Fonseca, informou que a iniciativa prevê investimentos de R$ 40 milhões, distribuídos da seguinte maneira: R$ 20 milhões para aceleração de cem empresas nascentes de base tecnológica, R$ 10 milhões em apoio a startups de hardware e R$ 10 milhões de incentivo ao nascimento de ideias inovadoras. Os três editais devem sair em 60 dias.

Regras de participação

As empresas candidatas devem ter, no máximo, quatro anos de existência. Após serem escolhidas, as startups precisam negociar a sua adesão a uma das 12 aceleradoras qualificadas pelo último edital do programa.

A aceleração tem duração estimada de até 12 meses para empresas de software e 18 meses para as companhias de hardware, com apoio à pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I), apoio à modelagem de negócios, participação em atividades de capacitação e programas de acesso ao mercado.

O Programa

O Start-Up Brasil é um programa do governo federal que busca agregar um conjunto de atores e instituições em favor do empreendedorismo de base tecnológica.

As chamadas nacionais e internacionais ocorrem pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), respectivamente. Desde 2012, a iniciativa apoiou 183 empresas, distribuídas em quatro turmas, oriundas de 17 Estados e 13 países.

Para o presidente do CNPq, Hernan Chaimovich, o Start-Up Brasil 2.0 representa "um desafio de criação, articulação e catálise", ao aproveitar de forma "racional, inteligente e criativa" o Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação (Lei nº 13.243/2016) no diálogo entre empresas e universidades.

"A legislação permite, por um lado, perder o medo de investimento público em empresa privada e, por outro, a liberdade para o pesquisador do sistema público desenvolver no sistema privado sem perder a sua natureza", disse.

O presidente da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), Ruben Delgado, lembrou que as três primeiras turmas de startups do programa receberam R$ 27 milhões de investimento público e R$ 89,7 milhões de origem privada: "Não há como não ficar honrado quando você vê que, a cada real da iniciativa pública, a iniciativa privada colocou R$ 3,30. É um número fantástico. Não há programa de governo com essa efetividade, tão exitoso e que tenha tanta credibilidade a ponto de a indústria somar essa quantia", afirmou.



Fonte: MCTI e StartUp Brasil
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