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Evento

Siemens propõe imersão em inovação

13/08/2018 | 18h57
Siemens propõe imersão em inovação
Divulgação - Cláudio Makarovsky da Siemens Divulgação - Cláudio Makarovsky da Siemens

Apresentar as tecnologias e tendências que estão direcionando a indústria de óleo e gás é a proposta da Siemens, que vai promover no próximo dia 15 (quarta-feira) um evento inédito no Rio de Janeiro, sob o tema Impulsionando o Potencial do Brasil na Transição Energética. O Siemens Forum 2018 propõe uma imersão na inovação durante o evento que reúne os principais executivos da companhia na área de Energia, especialistas do setor, em um total de mais de 350 participantes.

A empresa vai apresentar as principais tecnologias e inovações que vem desenvolvendo e disponibilizando para o mercado de energia, incluindo o de óleo e gás. “Esse evento reforça a aposta da Siemens nesse setor ao mesmo tempo em que mostra soluções alinhadas com a questão da transição energética”, destaca o sobre o head de Óleo e Gás da Siemens Cláudio Makarovsky (foto).

As inovações que o grupo alemão traz para o evento, que terá exposição digital das soluções mais recentes nos setores de energia elétrica e petróleo e gás, são fruto de investimentos pesados. De acordo com Makarovsky, dos $ 5.2 bilhões de euros em investimentos em 2017, em inovações que geraram 7.500 ideias e 3600 patentes.

Segundo ele, a indústria de óleo e gás tem demandas direcionadas para soluções que atendam suas necessidades de baixo Capex e Opex, ao mesmo tempo em que precisa maximizar a operação, aumentar a eficiência, otimizar a produção e aumentar o fator de recuperação dos reservatórios nos campos em desenvolvimento. Soluções que possibilitem às operadoras chegar ao primeiro óleo o mais rápido possível. A Siemens vai junto com a indústria, disponibilizando essas soluções”, pontua o executivo.

É o que a empresa pretende mostrar no dia 15, durante o evento que está fundamentado em três pilares: eletrificação, automação e digitalização. “Isso abrange também a transição energética, uma vez que das 14 tecnologias a serem apresentadas, três estão alinhadas com o conceito de economia de baixo carbono”, diz Cláudio Makarovsky.

Entre as novidades para o setor de óleo e gás estão um compressor supersônico de CO2, ideal para ativos do pré-sal (o gás natural do campo de Libra chega a ter 62% de CO2) – uma tecnologia inovadora, denominada Echogen™ – que vai ser testada em uma térmica. “Ao invés de utilizar vapor de água, usa o CO2 em estado supercrítico e em circuito fechado. “Outra tecnologia é conhecida com LNGo- são pequenas plantas de liquefação de Gas Natural e distribuição – via caminhões ou barcaças e com regaseificações móveis ou fixas próximas aos consumidores”, acrescenta.

Alinhada com a tendência da indústria, de ter unidades de produção mais inteligentes e plantas de processo submarinas, a Siemens também vai destacar suas soluções de eletrificação submarina – Subsea Power Grid.

Já na área de digitalização, na qual a empresa é uma das pioneiras, serão apresentadas duas soluções, entre as quais o Mind Connect Nano – parte do eco sistema MindSpher de IOT “Basicamente um gateway onde eu conecto todos os equipamentos em nuvem, o que possibilita aplicar todos as técnicas de big data, analytcs, visualization, machine learning etc.”, explica o Head de Óleo e Gás da Siemens.

A empresa via mostrar ainda o Mind Twin, onde reúne em uma única plataforma todas as informações, desde a origem do projeto até o descomissionamento. “Se estou operando e percebo que o equipamento não está tendo um bom desempenho, posso navegar para ver quais os itens que compõe esse equipamento, aferir qual provoca esse mau funcionamento e chegar até o projeto e descobrir que ele não foi concebido exatamente como deveria ser. Ou seja, consigo ter um gêmeo digital do meu processamento como um todo”, explica Makarovsky.

As novidades não se restringem aos equipamentos como também se aplicam à própria gestão da operação. “Hoje oferecemos não somente um skid com compressor, mas também a possibilidade de instalar o sistema inteiro e gerenciar por todo o período de vida útil do ativo. O cliente não precisa comprar o equipamento, apenas o serviço. Ou seja, compartilhamos o risco. Já fazemos isso, incluindo a operação e manutenção, em unidades offshore aqui no Brasil (UO-Rio) em outros locais do mundo”, diz Cláudio Makarovsky. “Essa é a tendência”, conclui o executivo.

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Fonte: Redação/Assessoria
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