acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Economia

Setor de distribuição de energia defende solução equilibrada

22/01/2014 | 10h06
Setor de distribuição de energia defende solução equilibrada
Stock_XCHNG Stock_XCHNG

 

O presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Leite, defendeu hoje (21) a busca de uma solução que assegure "equilíbrio" entre a garantia de saúde financeira ao setor e um reajuste da conta de luz que não onere o consumidor. Segundo ele, são estudadas alternativas para manter o reajuste tarifário “em um nível razoável”. Uma delas, reivindicação antiga dos empresários, é  a continuidade dos repasses do Tesouro Nacional para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Leite, que foi recebido pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, não adiantou quais outras soluções estariam em negociação.
“Existem outras medidas que podem ser adotadas, mas não posso antecipar quais. Elas deverão permitir um reajuste tarifário este ano em um nível razoável, compatível com as medidas que foram adotadas [desconto de 20% na conta de luz] e com o caixa das distribuidoras”, disse Nelson Leite. Ele destacou, no entanto, a importância dos repasses à CDE no último ano. “Sem as medidas adotadas em 2013 [repasses à CDE], teríamos dificuldade para honrar compromissos, com inadimplência generalizada e comprometimento dos investimentos do setor.”
Segundo Leite, ainda é cedo para fazer um diagnóstico do cenário financeiro para os distribuidores de energia em 2014. A posição da Abradee, no entanto, é que há necessidade de um aporte próximo ao que foi feito no ano passado, de R$ 9,6 bilhões para evitar que o consumidor arque com um reajuste até 13 pontos percentuais acima do que está autorizado para este ano. O reajuste anual da tarifa tem como base o índice de inflação, os custos operacionais do serviço e a compra de energia vinculada a contratos já existentes.
O ministro Edison Lobão recebeu, também nesta terça-feira, o presidente da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), Paulo Pedrosa. De acordo com Pedrosa, o setor apresentou a Lobão novos números do custo de energia para a produção industrial. “Mostramos nossa referência, que é o custo da energia embutido em produtos que estão competindo aqui no Brasil. O setor mantém diálogo permanente com o Ministério de Minas e Energia. A energia significa de 30% a 40% do custo da produção da Abrace. Temos um conjunto de demandas”, disse Pedrosa.

O presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Leite, defendeu ontem (21) a busca de uma solução que assegure "equilíbrio" entre a garantia de saúde financeira ao setor e um reajuste da conta de luz que não onere o consumidor. Segundo ele, são estudadas alternativas para manter o reajuste tarifário “em um nível razoável”. Uma delas, reivindicação antiga dos empresários, é  a continuidade dos repasses do Tesouro Nacional para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Leite, que foi recebido pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, não adiantou quais outras soluções estariam em negociação.

“Existem outras medidas que podem ser adotadas, mas não posso antecipar quais. Elas deverão permitir um reajuste tarifário este ano em um nível razoável, compatível com as medidas que foram adotadas [desconto de 20% na conta de luz] e com o caixa das distribuidoras”, disse Nelson Leite. Ele destacou, no entanto, a importância dos repasses à CDE no último ano. “Sem as medidas adotadas em 2013 [repasses à CDE], teríamos dificuldade para honrar compromissos, com inadimplência generalizada e comprometimento dos investimentos do setor.”

Segundo Leite, ainda é cedo para fazer um diagnóstico do cenário financeiro para os distribuidores de energia em 2014. A posição da Abradee, no entanto, é que há necessidade de um aporte próximo ao que foi feito no ano passado, de R$ 9,6 bilhões para evitar que o consumidor arque com um reajuste até 13 pontos percentuais acima do que está autorizado para este ano. O reajuste anual da tarifa tem como base o índice de inflação, os custos operacionais do serviço e a compra de energia vinculada a contratos já existentes.

O ministro Edison Lobão recebeu, também nesta terça-feira, o presidente da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), Paulo Pedrosa. De acordo com Pedrosa, o setor apresentou a Lobão novos números do custo de energia para a produção industrial. “Mostramos nossa referência, que é o custo da energia embutido em produtos que estão competindo aqui no Brasil. O setor mantém diálogo permanente com o Ministério de Minas e Energia. A energia significa de 30% a 40% do custo da produção da Abrace. Temos um conjunto de demandas”, disse Pedrosa.



Fonte: Agência Brasil
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar