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Indústria Petroquímica

Sem acordo, Petrobras e Braskem prorrogam contrato por seis meses

01/09/2014 | 10h17

 

Petrobras e Braskem não conseguiram chegar a um acordo sobre o reajuste do preço da nafta e prorrogaram as condições do contrato atual por seis meses. Dessa maneira, a disputa que opõe as duas gigantes só será resolvida após as eleições presidenciais.
A petroleira estava pleiteando um reajuste de 5% a 10% no preço da nafta, com o objetivo de repassar os custos da importação do combustível, que é o principal insumo da cadeia petroquímica.
A Petrobras elevou o porcentual de nafta importada e passou a destinar uma fatia maior de sua produção para a gasolina. A estatal tenta minimizar as perdas, já que o governo não tem permitido reajustes da gasolina.
A prorrogação do contrato foi a única maneira encontrada de evitar o fechamento de duas centrais petroquímicas: Mauá (SP) e metade da produção de Camaçari (BA), que passariam a operar com prejuízo se fosse aplicado o reajuste pedido pela Petrobras.
A interrupção do funcionamento dessas unidades significaria uma queda de 35% na produção da Braskem, impactando diversos setores que utilizam produtos petroquímicos como insumo.
GATILHO
As duas empresas assinaram ontem de manhã um aditivo ao contrato atual. Era o último dia útil antes do fim do contrato, que expirava no domingo. Agora vale até fevereiro de 2015.
Não é a primeira vez que as gigantes recorrem a um aditivo por não conseguirem superar o impasse. Em fevereiro deste ano, já haviam prorrogado o contrato por seis meses.
Dessa vez, no entanto, há uma cláusula de retroatividade. Se chegarem a um acordo sobre um reajuste no futuro, o porcentual será aplicado retroativamente desde setembro deste ano.
Na prática, pode significar mais um represamento de reajustes de preço no país, que já está deixando para depois das eleições a correção dos preços da energia elétrica e da própria gasolina.
"Esse aditivo evitou a paralisação iminente da produção de centrais petroquímicas, o que trataria graves consequências. A Braskem segue empenhada na identificação de uma solução estrutural que permita a assinatura de um contrato de longo prazo com a Petrobras que assegure a competitividade", informou a companhia petroquímica por meio de nota.

Petrobras e Braskem não conseguiram chegar a um acordo sobre o reajuste do preço da nafta e prorrogaram as condições do contrato atual por seis meses. Dessa maneira, a disputa que opõe as duas gigantes só será resolvida após as eleições presidenciais.

A petroleira estava pleiteando um reajuste de 5% a 10% no preço da nafta, com o objetivo de repassar os custos da importação do combustível, que é o principal insumo da cadeia petroquímica.

A Petrobras elevou o porcentual de nafta importada e passou a destinar uma fatia maior de sua produção para a gasolina. A estatal tenta minimizar as perdas, já que o governo não tem permitido reajustes da gasolina.

A prorrogação do contrato foi a única maneira encontrada de evitar o fechamento de duas centrais petroquímicas: Mauá (SP) e metade da produção de Camaçari (BA), que passariam a operar com prejuízo se fosse aplicado o reajuste pedido pela Petrobras.

A interrupção do funcionamento dessas unidades significaria uma queda de 35% na produção da Braskem, impactando diversos setores que utilizam produtos petroquímicos como insumo.

 

Gatilho

As duas empresas assinaram ontem de manhã um aditivo ao contrato atual. Era o último dia útil antes do fim do contrato, que expirava no domingo. Agora vale até fevereiro de 2015.

Não é a primeira vez que as gigantes recorrem a um aditivo por não conseguirem superar o impasse. Em fevereiro deste ano, já haviam prorrogado o contrato por seis meses.

Dessa vez, no entanto, há uma cláusula de retroatividade. Se chegarem a um acordo sobre um reajuste no futuro, o porcentual será aplicado retroativamente desde setembro deste ano.

Na prática, pode significar mais um represamento de reajustes de preço no país, que já está deixando para depois das eleições a correção dos preços da energia elétrica e da própria gasolina.

"Esse aditivo evitou a paralisação iminente da produção de centrais petroquímicas, o que trataria graves consequências.

A Braskem segue empenhada na identificação de uma solução estrutural que permita a assinatura de um contrato de longo prazo com a Petrobras que assegure a competitividade", informou a companhia petroquímica por meio de nota.

 



Fonte: Folha de São Paulo
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