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Indústria Naval

Representantes de estaleiros se reunirão na Petrobras para tratar de dique seco

23/09/2005 | 00h00

Representantes da indústria naval se encontram nesta sexta-feira (23/9), às 15h, com diretores da Petrobras para levar uma proposta alternativa aos planos da estatal de construir um dique seco para manutenção e construção de plataformas semi-submersíveis. Em nota divulgada na última quarta-feira, a Petrobras anunciou o interesse no projeto, avaliado em US$ 80 milhões e que seria executado por meio de um sistema de fundo de investidores, com captação interna. Segundo fontes que acompanharam o desenvolvimento do projeto, a operação financeira é coordenada pela Rio Bravo, especializada na gestão de investimentos, que também enviou cartas-convite aos candidatos.

O presidente do Sindicado Nacional da Indústria Naval (Sinaval), Ariovaldo Rocha, apresentará a proposta de que a Petrobras cancele a operação e passe a exigir dos seus fornecedores a construção de seus próprios diques. “Esse dique seco não justifica, uma vez que já existem três projetos de diques secos em em andamento. Isso faz com que a Petrobras concorra com seus próprios concorrentes”, justifica Rocha.

Em fevereiro, o Fundo de Marinha Mercante (FMM) aprovou o financiamento para construção de dois diques, um no Porto de Rio Grande (RS) para a Aker-Promar e outro no Porto de Suape (PE) para o Grupo Camargo Corrêa. Além disso, o estaleiro Mauá-Jurong planeja construir no início do ano que vem um dique em Barra do Riacho, no municípo capixaba de Aracruz.

O projeto da Petrobras recebeu críticas até do secretário de fomento do Ministério dos Transportes, Sergio Bacci, que integra a comissão diretora do FMM. “O Fundo de Marinha Mercante, que é do governo, financiou a construção de dois diques que acabam com a sua viabilidade ameaçada porque a Petrobras resolveu construir o seu próprio dique. Isso não faz o menor sentido”, disse Bacci, que também participa da reunião de hoje.



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