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Refinaria Abreu e Lima

Refinaria de PE será atrasada em um ano

03/12/2009 | 11h14
O diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, disse ontem, que a Refinaria Abreu e Lima, de Pernambuco, deverá ter um atraso de um ano e um mês no início de suas operações, devido às renegociações de contratos, que permitiram reduzir o valor final das encomendas junto aos fornecedores de equipamentos. A nova data prevista para o início das operações da refinaria será abril de 2012.

"Não há milagre que possa ser feito. Atrasamos os contratos e início das obras para poder renegociar contratos", disse em entrevista coletiva. Pouco antes, Costa havia destacado que as renegociações conseguiram reduzir em R$ 6,7 bilhões o valor final da refinaria, hoje estimado em R$ 23 bilhões. "Se não tivéssemos renegociado, este valor já ultrapassaria R$ 30 bilhões", comentou.

Enquanto isso, no Ceará, as obras de instalação da Refinaria Premium II, ainda não têm data certa para começar, apesar de previstas pela Petrobras para 2013, mas sujeitas a "contingenciamento". Sem área definida para instalação do empreendimento no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), em São Gonçalo do Amarante, a estatal aguarda solução de problemas de terra entre o Estado e os índios Anacé, para começar a tocar o empreendimento, orçado, inicialmente, em US$ 11,1 bilhões. Para tentar agilizar o processo, o governo do Estado está adquirindo todos os terrenos disponíveis nas proximidadades do CIPP.

Paulo Roberto Costa disse ainda, que o BNDES deverá aprovar as garantias oferecidas pela PDVSA, sócia da Petrobras na Refinaria Abreu Lima, para que a petroleira possa assumir parte do empréstimo tomado pela Petrobras à construção da refinaria de Pernambuco. Segundo ele, do total de R$ 25 bilhões financiados pela estatal junto ao BNDES, R$ 9,8 bilhões deverão ser destinados à Abreu Lima. "A PDVSA tem que assumir 40% desta dívida que é a parte que lhe cabe como participação na unidade", destacou.

Ontem, o diretor havia comentado que a PDVSA aguardava resposta de um financiamento de US$ 400 milhões do BNDES, para pagar o que a companhia já havia gasto com a obra até setembro. Durante a entrevista coletiva, ele explicou que este valor já estará incluído no financiamento, "cabendo à PDVSA pagar sua parte".

Segundo ele, deverão ocorrer em breve as reuniões para que a PDSVA, por meio de sua subsidiária, a PDVSA do Brasil, possa apresentar as garantias referentes ao valor total do financiamento. Ainda de acordo com Costa, se não obtiver a autorização do BNDES, por não apresentar as garantias exigidas, a PDVSA ainda poderá vir a buscar outras fontes de financiamento. "Desde o início já havíamos afirmado que a refinaria é prioridade para a Petrobras e que iríamos fazer os investimentos mesmo sem a petroleira venezuelana. Mas hoje não há nada que indique que ela não vai participar", disse Costa.

Fonte: Diário do Nordeste

Fonte: Diário do Nordeste
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