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Alternativa

Queiroz Galvão prefere empréstimo a bônus

11/11/2009 | 10h45
A brasileira Queiroz Galvão Óleo e Gás SA, que fornece sondas de prospecção à Petrobras, está prestes a receber um empréstimo de US$ 350 milhões para ajudar a custear o desenvolvimento da chamada região do pré-sal, disse seu diretor financeiro, Guilherme Lima.”A empresa vem estudando alternativas há algum tempo, mas estamos negociando um empréstimo comum de US$ 350 milhões com banco porque é mais rápido e mais barato para nós” do que emitir bônus, disse.
 
A fornecedora brasileira de serviços petrolíferos tenta obter capital para financiar as compras de plataformas e outros equipamentos para explorar a região do pré-sal, que abriga a maior descoberta de petróleo das Américas desde 1976.Em agosto, a Queiroz Galvão Óleo e Gás aceitou um empréstimo em que pagaria a taxa Libor do interbancário (sigla de London interbank offered rate, em inglês) mais 325 pontos- base.
 
Lima prevê que os spreads dos empréstimos sobre a Libor vão cair até o primeiro trimestre do ano que vem, quando o negócio será fechado.”O mercado de bônus está melhorando”, disse Lima. “Vai depender se o mercado de bônus continuar melhorando como nos últimos meses. Por enquanto não pensamos, mas podemos vir a emitir num futuro próximo.”O desenvolvimento da região do pré-sal está atraindo investimentos de empresas como a Petrobrás, controlada pelo governo, cujo plano de investimentos, de US$ 174 bilhões, engloba a área.
 
O investimento total da Queiroz Galvão Óleo e Gás está estimado em US$ 4,5 bilhões até 2015, disse Lima. A receita da empresa vai mais do que dobrar, para US$ 1 bilhão, em 2011 em relação aos cerca de US$ 400 milhões deste ano, disse ele.A empresa é uma subsidiária totalmente controlada pelo Grupo Queiroz Galvão, que opera em construção civil, siderurgia, finanças e processamento de alimentos na América Latina e na África.
 
As reservas em águas profundas do pré-sal devem encerrar de 80 bilhões a 90 bilhões de barris de petróleo, segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega.


Fonte: Jornal do Commercio
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