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Energia

Produção de Itaipu é maior que a do mesmo período de 2012

18/11/2013 | 09h45
Produção de Itaipu é maior que a do mesmo período de 2012
Divulgação. Itaipu Binacional Divulgação. Itaipu Binacional

 

A Usina Hidrelétrica de Itaipu cravou, na quinta-feira (14), 86,1 milhões de megawatts-hora (MWh) e deixou para trás, pela primeira vez em 2013 - mesmo com um dia a menos –, a produção do mesmo período de 2012. Com isso, é cada vez maior a chance de um novo recorde mundial, estabelecido no ano passado pela própria hidrelétrica, maior geradora de energia elétrica limpa e renovável do planeta.
Os 86 milhões de MWh produzidos pela usina binacional seriam suficientes para suprir o consumo de energia elétrica de todo o mundo por um dia, do Brasil por cerca de 70 dias, do estado de São Paulo por aproximadamente sete meses e 21 dias, e do estado do Paraná por cerca de três anos e dois meses. O Paraguai, sócio na usina de Itaipu com o Brasil, seria suprido com eletricidade por sete anos e 10 meses.
Projeção
Os números de 2013 têm surpreendido. Desde o começo do ano a produção ficou muito próxima à de 2012, quando a usina superou seu próprio recorde mundial e estabeleceu uma nova marca ao atingir 98 milhões 237 mil MWh. Em 29 anos de operação, somente em 2012 e em 2013 a usina conseguiu gerar no primeiro semestre uma produção superior a 50 milhões de MWh.
Com base na produção média de os dois anos, é possível projetar para o final do ano uma geração total de 98,3 milhões de MWh, ou seja, 7 milhões de MWh a mais quando comparada à média dos últimos dez anos, que foi de 91,3 milhões de MWh.
Ações
Para o superintendente de Operação de Itaipu, Celso Torino, a boa produção de 2012 e 2013 comprova que as medidas implementadas têm sido estruturantes. “Nossa estratégia de produção é simples, prática e envolve ações internas e externas”, explica Torino.
Externamente, o trabalho é feito de forma coordenada e envolve Itaipu, Companhia Paranaense de Eletricidade (Copel), Centrais Furnas Elétricas, Eletrobras, Ande (estatal paraguaia) e Operador Nacional do Sistema (ONS). Essas atividades incluem previsão, simulação e estudos para o melhor aproveitamento dos recursos hídricos e operacionais.
Já internamente, as áreas da Diretoria Técnica atuam em sintonia para desenvolver um bom trabalho operacional que permita atender às necessidades de consumo do Brasil e do Paraguai. “São ações que dependem da excelente qualidade da equipe técnica da Itaipu, cujo resultado é energia na quantidade necessária e na hora certa”, complementa Torino.
Acima do previsto
Entre 2003 e 2012, a usina produziu em média, a cada ano, 91.318 megawatts-hora (MWh), muito acima da energia garantida, aquela prevista no Tratado que deu origem à Itaipu Binacional: 75 milhões de MWh.
A produção de 2012 garantiu 17,3% de toda a energia elétrica consumida no Brasil e atendeu 72,5% da demanda paraguaia.
Mesmo com capacidade 60% superior, a usina chinesa de Três Gargantas – a maior do mundo – não superou o volume gerado por Itaipu em 2012, embora tenha chegado bem perto: 98,107 milhões de MWh.
O desempenho de Itaipu não é apenas resultado da simples combinação de um bom projeto com condições hidrológicas favoráveis, mas envolve três outros fatores principais: boa gestão técnica e administrativa; perfeito entrosamento entre a área técnica da usina e as empresas da cadeia de energia do Brasil e do Paraguai (Eletrobras, ONS, Ande, Copel e Furnas, especialmente); e padrões de excelência na operação.

A Usina Hidrelétrica de Itaipu cravou, na quinta-feira (14), 86,1 milhões de megawatts-hora (MWh) e deixou para trás, pela primeira vez em 2013 - mesmo com um dia a menos –, a produção do mesmo período de 2012. Com isso, é cada vez maior a chance de um novo recorde mundial, estabelecido no ano passado pela própria hidrelétrica, maior geradora de energia elétrica limpa e renovável do planeta.

Os 86 milhões de MWh produzidos pela usina binacional seriam suficientes para suprir o consumo de energia elétrica de todo o mundo por um dia, do Brasil por cerca de 70 dias, do estado de São Paulo por aproximadamente sete meses e 21 dias, e do estado do Paraná por cerca de três anos e dois meses. O Paraguai, sócio na usina de Itaipu com o Brasil, seria suprido com eletricidade por sete anos e 10 meses.


Projeção

Os números de 2013 têm surpreendido. Desde o começo do ano a produção ficou muito próxima à de 2012, quando a usina superou seu próprio recorde mundial e estabeleceu uma nova marca ao atingir 98 milhões 237 mil MWh. Em 29 anos de operação, somente em 2012 e em 2013 a usina conseguiu gerar no primeiro semestre uma produção superior a 50 milhões de MWh.

Com base na produção média de os dois anos, é possível projetar para o final do ano uma geração total de 98,3 milhões de MWh, ou seja, 7 milhões de MWh a mais quando comparada à média dos últimos dez anos, que foi de 91,3 milhões de MWh.


Ações

Para o superintendente de Operação de Itaipu, Celso Torino, a boa produção de 2012 e 2013 comprova que as medidas implementadas têm sido estruturantes. “Nossa estratégia de produção é simples, prática e envolve ações internas e externas”, explica Torino.

Externamente, o trabalho é feito de forma coordenada e envolve Itaipu, Companhia Paranaense de Eletricidade (Copel), Centrais Furnas Elétricas, Eletrobras, Ande (estatal paraguaia) e Operador Nacional do Sistema (ONS). Essas atividades incluem previsão, simulação e estudos para o melhor aproveitamento dos recursos hídricos e operacionais.

Já internamente, as áreas da Diretoria Técnica atuam em sintonia para desenvolver um bom trabalho operacional que permita atender às necessidades de consumo do Brasil e do Paraguai. “São ações que dependem da excelente qualidade da equipe técnica da Itaipu, cujo resultado é energia na quantidade necessária e na hora certa”, complementa Torino.


Acima do previsto

Entre 2003 e 2012, a usina produziu em média, a cada ano, 91.318 megawatts-hora (MWh), muito acima da energia garantida, aquela prevista no Tratado que deu origem à Itaipu Binacional: 75 milhões de MWh.A produção de 2012 garantiu 17,3% de toda a energia elétrica consumida no Brasil e atendeu 72,5% da demanda paraguaia.

Mesmo com capacidade 60% superior, a usina chinesa de Três Gargantas – a maior do mundo – não superou o volume gerado por Itaipu em 2012, embora tenha chegado bem perto: 98,107 milhões de MWh.O desempenho de Itaipu não é apenas resultado da simples combinação de um bom projeto com condições hidrológicas favoráveis, mas envolve três outros fatores principais: boa gestão técnica e administrativa; perfeito entrosamento entre a área técnica da usina e as empresas da cadeia de energia do Brasil e do Paraguai (Eletrobras, ONS, Ande, Copel e Furnas, especialmente); e padrões de excelência na operação.



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
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