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Gás Summit 2014

Produção de GN é estratégico para a América do Sul

09/04/2014 | 11h24

 

O setor de hidrocarbonetos da Bolívia, além de ser um dos mais dinâmicos da América Latina, tanto por sua contribuição para o PIB, quanto para o volume de exportações, também representa um recurso natural de gestão estratégica para o país. E não é somente na Bolívia que a utilização do Gás Natural (GN) no setor energético tem atraído investimentos e olhares de governos e da indústria. No Peru, por exemplo, a demanda pelo insumo quintuplicou em dez anos.
A Bolívia faturou US$ 6,059 bilhões pela venda de gás natural em 2013 para a Argentina e o Brasil, seus dois principais mercados, segundo dados da Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB). O resultado superou em 11,9% o de 2012, e mostra porque a renda proveniente da exportação do gás é o pilar da economia boliviana.
Enquanto o óleo produzido na Bolívia é destinado ao consumo do mercado interno, o Gasoduto Bolívia Brasil, em operação desde 1999, viabiliza a exportação de volumes significativos de gás através do Contrato de Compra e Venda.
“Este gasoduto representa o elo de integração econômica mais importante para os dois países e constitui um fator de complemento energético, representando mais de 50% do volume produzido pela Bolívia e cerca de 65% do gás natural importado pelo Brasil”, explica o diretor de Regulação Econômica da Agência Nacional de Hidrocarburos da Bolívia, Edwin Merida Calvimontes.
O Peru também tem se destacado no setor energético. Combustíveis mais caros e mais poluidores como a gasolina e o diesel têm sido substituídos pelo GN, que ganha cada vez mais espaço na matriz energética do país. Desde o início do projeto Camisea - cujo objetivo é extrair gás natural de diversas fontes da zona central do país - em 2003, a participação do insumo na demanda de hidrocarbonetos passou de 7% para 35%, em 2013.
Para o diretor geral de Hidrocarbonetos do Ministério de Minas e Energia do Peru, Juan Israel Ortiz Guevara, Brasil e Peru poderiam contrastar suas experiências e unir esforços em questões pertinentes como a regulação tarifária, gestão do setor de gás natural, tecnologia de GNL (Gás Natural Liquefeito) e programas de massificação do uso do insumo.
“A indústria brasileira de gás natural tem conseguido avançar bastante, tanto no sentido de aumentar suas reservas, como em sua produção, considerando o abastecimento por fontes internas e externas”, afirma Guevara.
Gas Summit Latin America
As visões políticas, econômicas e relativas ao desenvolvimento do setor de GN na Bolívia, no Peru e na América Latina integram a pauta de discussões da 11ª edição do Gas Summit Latin America, que acontece entre os dias 13 e 15 de maio, no Hotel Windsor, no Rio de Janeiro.
Guevara e Calvimontes concordam que o evento permite o compartilhamento de experiências de diferentes políticas energéticas adotadas nos países da América Latina.
“Com base nas conclusões do evento, poderemos avaliar nossas políticas atuais e identificar estratégias para nos ajudar a gerir o mercado atual, além de prever suas consequências futuras”, finaliza Calvimontes.

O setor de hidrocarbonetos da Bolívia, além de ser um dos mais dinâmicos da América Latina, tanto por sua contribuição para o PIB, quanto para o volume de exportações, também representa um recurso natural de gestão estratégica para o país. E não é somente na Bolívia que a utilização do Gás Natural (GN) no setor energético tem atraído investimentos e olhares de governos e da indústria. No Peru, por exemplo, a demanda pelo insumo quintuplicou em dez anos.

A Bolívia faturou US$ 6,059 bilhões pela venda de gás natural em 2013 para a Argentina e o Brasil, seus dois principais mercados, segundo dados da Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB). O resultado superou em 11,9% o de 2012, e mostra porque a renda proveniente da exportação do gás é o pilar da economia boliviana.

Enquanto o óleo produzido na Bolívia é destinado ao consumo do mercado interno, o Gasoduto Bolívia Brasil, em operação desde 1999, viabiliza a exportação de volumes significativos de gás através do Contrato de Compra e Venda.

“Este gasoduto representa o elo de integração econômica mais importante para os dois países e constitui um fator de complemento energético, representando mais de 50% do volume produzido pela Bolívia e cerca de 65% do gás natural importado pelo Brasil”, explica o diretor de Regulação Econômica da Agência Nacional de Hidrocarburos da Bolívia, Edwin Merida Calvimontes.

O Peru também tem se destacado no setor energético. Combustíveis mais caros e mais poluidores como a gasolina e o diesel têm sido substituídos pelo GN, que ganha cada vez mais espaço na matriz energética do país. Desde o início do projeto Camisea - cujo objetivo é extrair gás natural de diversas fontes da zona central do país - em 2003, a participação do insumo na demanda de hidrocarbonetos passou de 7% para 35%, em 2013.

Para o diretor geral de Hidrocarbonetos do Ministério de Minas e Energia do Peru, Juan Israel Ortiz Guevara, Brasil e Peru poderiam contrastar suas experiências e unir esforços em questões pertinentes como a regulação tarifária, gestão do setor de gás natural, tecnologia de GNL (Gás Natural Liquefeito) e programas de massificação do uso do insumo.

“A indústria brasileira de gás natural tem conseguido avançar bastante, tanto no sentido de aumentar suas reservas, como em sua produção, considerando o abastecimento por fontes internas e externas”, afirma Guevara.

 

Gas Summit Latin America

As visões políticas, econômicas e relativas ao desenvolvimento do setor de GN na Bolívia, no Peru e na América Latina integram a pauta de discussões da 11ª edição do Gas Summit Latin America, que acontece entre os dias 13 e 15 de maio, no Hotel Windsor, no Rio de Janeiro.

Guevara e Calvimontes concordam que o evento permite o compartilhamento de experiências de diferentes políticas energéticas adotadas nos países da América Latina.

“Com base nas conclusões do evento, poderemos avaliar nossas políticas atuais e identificar estratégias para nos ajudar a gerir o mercado atual, além de prever suas consequências futuras”, finaliza Calvimontes.



Fonte: Revista TN Petróleo, redação com assessoria
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