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Gás natural

Potigás: padarias se transformam e fazem opção por gás mais econômico, prático e seguro

29/01/2019 | 19h23

Pão quentinho saindo do forno não é mais o único atrativo das padarias. Nos últimos anos, o segmento passou por uma transformação e integrou outras facilidades aos consumidores. O pão continua sendo o carro chefe, mas somado à confeitaria, produtos de fabricação própria e refeições. A ampliação da cozinha vem acompanhada pela substituição do gás de botijão pelo gás natural canalizado, fornecido 24 horas por dia, nos sete dias da semana pela Companhia Potiguar de Gás (Potigás). Nos últimos dois anos, o número de padarias interligadas à rede de gasodutos saltou 60%.

Esse é o caso da Padaria Mercatto, referência no setor de panificação e que atua há seis anos em Natal. A produção no estabelecimento tem início às 5h20 e segue até as 17h. “São muitas fornadas para nos preocuparmos com a troca de botijão ou se vai faltar. Então essa questão da logística de não precisar armazenar o gás e ter fornecimento contínuo é muito importante”, explica Daniel Bruno, gerente da unidade de Lagoa Nova.

A Mercatto apostou na variedade de produtos e um salão de atendimento amplo para o consumo das refeições no próprio local. O combustível é utilizado em todas as áreas da padaria, desde o setor de panificação, cozinha e self service. São fornos, fogões, chapas, forno de pizza e outros equipamentos que fazem uso de 80 quilos de farinha por dia. Só de pão francês são produzidas diariamente 4.500 unidades. O carro chefe da padaria são os pães artesanais que variam entre 250 tipos. Toda essa produção atende uma média de 800 clientes diários durante a semana e 1.300 nos finais de semana.

“O fornecimento contínuo do gás natural canalizado se encaixa perfeitamente na nova rotina das padarias porque os clientes não precisam se preocupar com troca de botijões ou o controle de madeira para aqueles que utilizavam lenha. Além disso, o combustível ainda é mais barato, dispensa estocagem, é mais seguro e emite menos poluentes”, explica Franciney Souza, gerente comercial da Potigás.



Fonte: Redação/Assessoria
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