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Ceará

Polo químico dá primeiros passos

07/05/2014 | 13h58

 

A pedra fundamental do Condomínio Industrial Químico do Ceará será lançada no próximo sábado (10), no município de Guaiuba, que integra a Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). O empreendimento irá reunir 24 empresas do setor, distribuídas em 32 lotes, e deverá gerar 1.600 empregos diretos a partir do próximo ano.
Conforme o presidente do Sindicato das Indústrias Químicas, Farmacêuticas e da Destilação e Refinação do Petróleo do Ceará (Sindiquímica - CE), Marcos Soares, a expectativa do setor é que pelo menos 70% a 80% da mão de obra empregada no local seja de Guaiuba.
Para isso, acrescenta o presidente do Centro Industrial do Ceará (CIC), José Dias, a prefeitura de Guaiuba deverá construir uma escola profissionalizante para capacitar os trabalhadores que atuarão no condomínio industrial.
Custos
O empreendimento será administrado pelos empresários que se instalarem no local, cabendo a eles arcar com custos de energia, comunicação, além da implantação de espaços como laboratórios para análise de qualidade, restaurantes e auditório para eventos. De acordo com Dias, a ideia é que os empresários possam compartilhar diversas áreas do condomínio, como auditório, refeitório e áreas destinadas à segurança e ao controle de qualidade. O presidente do CIC acrescenta que o fato de as empresas estarem reunidas em um mesmo espaço também implicará na redução de custos para os proprietários, uma vez que será possível, por exemplo, realizar compras coletivas, dividindo o valor da aquisição e do frete.
José Dias ressalta que irão se instalar no local empresas de diversos segmentos, a exemplo de materiais de limpeza, tinta, cosméticos e embalagens. Por esse motivo, acrescenta, deverão ser contratados profissionais de diversas áreas.
Exemplo
O presidente do CIC destaca ainda que o formato de condomínio industrial é inédito no Nordeste. "Já existem outros sindicatos interessados em conhecer esse modelo", frisa.
A expectativa do setor, informa, é que o equipamento já esteja em funcionamento "em um ano a um ano e meio". O prazo dependerá, salienta, do processo de licenciamento.
Parceria
O empreendimento resulta de uma parceria entre a Prefeitura municipal de Guaiuba, Sindiquímica, Governo do Estado e a empresa Fortsan do Brasil. Somados, os investimentos para viabilizar o condomínio industrial totalizam R$100 milhões.
Para a construção do condomínio industrial, a Prefeitura de Guaiuba ofereceu o terreno e a infraestrutura necessária. A área doada pelo município tem 45 hectares e será dividida em lotes de 0,9 a 1,4 hectare.

A pedra fundamental do Condomínio Industrial Químico do Ceará será lançada no próximo sábado (10), no município de Guaiuba, que integra a Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). O empreendimento irá reunir 24 empresas do setor, distribuídas em 32 lotes, e deverá gerar 1.600 empregos diretos a partir do próximo ano.

Conforme o presidente do Sindicato das Indústrias Químicas, Farmacêuticas e da Destilação e Refinação do Petróleo do Ceará (Sindiquímica - CE), Marcos Soares, a expectativa do setor é que pelo menos 70% a 80% da mão de obra empregada no local seja de Guaiuba.

Para isso, acrescenta o presidente do Centro Industrial do Ceará (CIC), José Dias, a prefeitura de Guaiuba deverá construir uma escola profissionalizante para capacitar os trabalhadores que atuarão no condomínio industrial.


Custos

O empreendimento será administrado pelos empresários que se instalarem no local, cabendo a eles arcar com custos de energia, comunicação, além da implantação de espaços como laboratórios para análise de qualidade, restaurantes e auditório para eventos. De acordo com Dias, a ideia é que os empresários possam compartilhar diversas áreas do condomínio, como auditório, refeitório e áreas destinadas à segurança e ao controle de qualidade. O presidente do CIC acrescenta que o fato de as empresas estarem reunidas em um mesmo espaço também implicará na redução de custos para os proprietários, uma vez que será possível, por exemplo, realizar compras coletivas, dividindo o valor da aquisição e do frete.

José Dias ressalta que irão se instalar no local empresas de diversos segmentos, a exemplo de materiais de limpeza, tinta, cosméticos e embalagens. Por esse motivo, acrescenta, deverão ser contratados profissionais de diversas áreas.


Exemplo

O presidente do CIC destaca ainda que o formato de condomínio industrial é inédito no Nordeste. "Já existem outros sindicatos interessados em conhecer esse modelo", frisa.

A expectativa do setor, informa, é que o equipamento já esteja em funcionamento "em um ano a um ano e meio". O prazo dependerá, salienta, do processo de licenciamento.


Parceria

O empreendimento resulta de uma parceria entre a Prefeitura municipal de Guaiuba, Sindiquímica, Governo do Estado e a empresa Fortsan do Brasil. Somados, os investimentos para viabilizar o condomínio industrial totalizam R$100 milhões.

Para a construção do condomínio industrial, a Prefeitura de Guaiuba ofereceu o terreno e a infraestrutura necessária. A área doada pelo município tem 45 hectares e será dividida em lotes de 0,9 a 1,4 hectare.

 



Fonte: Diário do Nordeste
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