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Valorização

Petróleo avança após dados animadores do API e apoiado pelo dólar fraco

08/09/2016 | 09h55

Os preços do petróleo operam em alta nesta quinta-feira impulsionados por dados positivos do American Institute (API, uma associação de refinarias) e pelo dólar mais fraco.

Às 7h55 (de Brasília), o Brent para novembro subia 1,35% na ICE, a US$ 48,63 por barril, enquanto o WTI para outubro avançava 1,67% na Nymex, a US$ 46,26 por barril.

O API divulgou ontem que estima que os estoques de petróleo bruto nos EUA tiveram queda de 12,1 milhões de barris na semana passada. Os estoques de gasolina baixaram 2,3 milhões de barris no período, enquanto os de destilados - que incluem diesel e óleo combustível para calefação - subiram 900 mil barris.

Além disso, os estoques de petróleo bruto no centro de distribuição de Cushing (Oklahoma) recuaram 700 mil barris, segundo o levantamento. O estudo do API é considerado uma prévia do indicador oficial de estoques do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) dos EUA, que será divulgado hoje às 12h.

"Este é um número construtivo para o petróleo e se o DoE repetir estes valores será o suficiente para impulsionar os preços do petróleo novamente", disse Dominick Chirichella do Instituto de Gestão de Energia, com sede em Nova York, em nota.

Segundo o Société Générale, o mercado pode ter um longo processo de reequilíbrio a partir do enorme excesso de oferta global de petróleo. De acordo com o banco, o equilíbrio entre a oferta e a demanda está previsto para acontecer mais ou menos nos próximos quatro trimestres antes de passar para um déficit no terceiro trimestre de 2017.

Enquanto isso, analistas do Sanpaolo Intesa apontam também que o enfraquecimento do dólar devido à diminuição das chances de um aumentos de juros nos EUA em setembro também tem ajudado na alta do petróleo hoje.

Ontem, o DoE divulgou suas perspectiva no curto prazo. A instituição vê o Brent, em média, a US$ 43 o barril em 2016, antes de se recuperar para US$ 52 o barril em 2017. A previsão para o crescimento da demanda global também está mais otimista do que as outras projeções, destacando que em 2016 o consumo aumentará 1,5 milhão de barris por dia. Isso se compara favoravelmente com a Agência Internacional de Energia, com sede em Paris, que afirmou que o crescimento global da demanda vai aumentar apenas em 1,2 milhão de barris em 2017.

 

 



Fonte: Dow Jones Newswires, 08/09/2016
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