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Porto de Suape

Petroleiro produzido em Suape retorna pela primeira vez a Pernambuco

18/04/2016 | 12h16
Petroleiro produzido em Suape retorna pela primeira vez a Pernambuco
Agência Petrobras Agência Petrobras

Em 14 de abril de 2014, o navio Dragão do Mar deixou o Porto de Suape para a sua viagem inaugural. Nesta última quarta-feira (13/04), há exatos dois anos daquela despedida, a embarcação voltou a atracar em águas pernambucanas, desta vez para movimentar 117 mil toneladas de derivados de petróleo em três operações da Transpetro. Esta é a primeira vez que um navio construído em Suape volta ao Porto onde foi construído. Conhecido pela tecnologia de ponta, o petroleiro do tipo suezmax - com dimensões que permitem passagem pelo Canal de Suez – foi o terceiro a ser construído no Complexo de Suape, de uma série de 10 encomendas da Transpetro ao Estaleiro Atlântico Sul.

O Dragão do Mar chegou ao Píer de Granéis Líquidos 3B (PGL-3B) carregado com 57 mil toneladas de óleo diesel, provenientes do Porto de Itaquí, no Maranhão. O material foi descarregado em duas outras embarcações, os navios Torm Gertrud, que recebeu 36 mil toneladas da carga, e o Apostolos, com as outras 21 mil toneladas. As mercadorias terão como destino os Portos de La Teja, no Uruguai, e Doch Sud, na Argentina, respectivamente. A transferência de petróleo e derivados entre embarcações, conhecida como ship-to-ship, foi uma operação iniciada em Suape em novembro de 2013, mesmo período em que o Dragão do Mar estava sendo construído pelo EAS. As operações de transbordo entre o navio fabricado em Suape e as embarcações menores aconteceram até o o último sábado (16/04).

A próxima atracação do Dragão do Mar também acontecerá em Suape, antes de seguir para o Porto de São Sebastião, em São Paulo. Na próxima terça-feira (19/04), a embarcação será amarrada ao Píer de Granéis Líquidos 3A (PGL3A) para receber 60 mil toneladas de óleo diesel S10, diretamente da Refinaria Abreu e Lima. “Receber este navio é mais um marco para Suape, porque comprovamos a nossa capacidade para movimentar petróleo e seus derivados com excelência”, destacou o presidente de Suape, Thiago Norões.

Dragão do Mar - Com 274 metros de comprimento, 51 metros de altura, 48 metros de largura e 17 metros de calado, o navio recebeu este nome em homenagem a Francisco José do Nascimento, líder dos jangadeiros de Fortaleza na luta contra a escravidão. A embarcação, que contou com os esforços de aproximadamente 2,5 mil profissionais, credenciou o Estaleiro por sua alta performance, pelo seu ganho na redução do tempo de construção, incremento da qualidade do acabamento e padrões de segurança.

Esta foi a primeira construção do EAS em que foi empregada integralmente a tecnologia de montagem por megablocos, usada nos estaleiros de referência de todo o mundo, saiu apto a transportar um milhão de barris de petróleo, com uma autonomia de 20 mil milhas náuticas. Ao todo, foram usadas mais de 21 mil toneladas de aço para montar a estrutura e mais 860 toneladas de acessórios para o casco, 500 mil litros de tinta e mais de 110 mil metros de cabos elétricos. Em comprimento, o Dragão do Mar é maior que dois campos de futebol, que somam 240 metros, e em altura equivale quase à Torre de Pisa, na Itália, com 55,8 metros. E a sua largura pode ser comparada à da Avenida Paulista, com 48 metros.

 

 



Fonte: Assessoria/Redação
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