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Irregularidade

Petrobras pede 30 dias para apurar denúncia

19/02/2014 | 12h29

 

A Petrobras pretende concluir em 30 dias a auditoria instaurada na semana passada para investigar denúncias de que funcionários da estatal teriam recebido suborno por meio de intermediários da SBM Offshore. Segundo denúncia de um ex-funcionário da empresa holandesa, dois terços dos US$ 139 milhões pagos a empresas do empresário Julio Faerman, que era representante comercial da SBM no Brasil, eram destinados a funcionários da Petrobras.
"Ao longo desse período [de 30 dias] não damos nenhuma informação sobre o assunto", disse ontem (18) Graça Foster. "Temos de trabalhar as informações obtidas para tomar posições", destacou. A executiva disse ainda que a Petrobras não revelaria as fontes com as quais estaria conversando sobre o assunto e nem os relatórios que estaria recebendo.
"Tudo isso será comunicado depois do processo de auditoria", afirmou Graça, durante um evento na sede da estatal.
A auditoria da Petrobras, que informou ter tomado conhecimento dos fatos pela reportagem publicada no Valor, se segue à da Controladoria-Geral da União (CGU), Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério da Justiça brasileiro. O tema está sob investigação do Ministério Público da Holanda, do Departamento de Justiça dos Estados Unidos e autoridades inglesas e teve como ponto de partida notificação feita pela própria SBM em 2012.
Ontem, a Faercom Energia e a Oildrive Consultoria em Energia e Petróleo publicaram nota conjunta nos jornais confirmando informações já publicadas. A nota afirma que as duas empresas, que têm membros da família Faerman como acionistas e Luis Eduardo Campos Barbosa da Silva como sócio na Oildrive (com 49%), atuaram por mais de 30 anos como representantes comerciais exclusivas da SBM Offshore no Brasil.
E que a relação comercial "teve por objetivo prover serviços e equipamentos à Petrobras", sem mencionar outras empresas. E, ainda, que em 2012 a SBM "decidiu atuar em todo o mundo, inclusive no Brasil, através de estruturas comerciais próprias", o que levou, segundo as empresas "a uma não continuidade de seus contratos de representação".
Entretanto, fontes do 'Valor' informam que a partir de suas investigações internas, que começaram em 2012, a SBM demitiu pelo menos um executivo do seu alto escalão, afastou outros e desfez contratos com as empresas que recebiam por meio de comissões, inclusive os mencionados na reportagem.
Questionada na semana passada, a assessoria da SBM em Mônaco não forneceu informações ao Valor sobre Hanny Tagher, que seria ex-diretor de marketing e vendas da SBM. Tagher é mencionado na denúncia do ex-funcionário da SBM (que publicou os dados na internet) como sendo quem explicou à comissão interna como se dava a divisão das comissões pagas às empresas de Faerman. Tagher não aparece como executivo da SBM.
A nota da Faercom e da Oildrive afirma ainda que as empresas "estão prontas a prestar todo e qualquer esclarecimento acerca de suas atividades". Procurados novamente, os representantes da Faercom e da Oildrive ainda não responderam ao pedido de entrevista do 'Valor'.

A Petrobras pretende concluir em 30 dias a auditoria instaurada na semana passada para investigar denúncias de que funcionários da estatal teriam recebido suborno por meio de intermediários da SBM Offshore. Segundo denúncia de um ex-funcionário da empresa holandesa, dois terços dos US$ 139 milhões pagos a empresas do empresário Julio Faerman, que era representante comercial da SBM no Brasil, eram destinados a funcionários da Petrobras.

"Ao longo desse período [de 30 dias] não damos nenhuma informação sobre o assunto", disse ontem (18) Graça Foster. "Temos de trabalhar as informações obtidas para tomar posições", destacou. A executiva disse ainda que a Petrobras não revelaria as fontes com as quais estaria conversando sobre o assunto e nem os relatórios que estaria recebendo.

"Tudo isso será comunicado depois do processo de auditoria", afirmou Graça, durante um evento na sede da estatal.

A auditoria da Petrobras, que informou ter tomado conhecimento dos fatos pela reportagem publicada no 'Valor', se segue à da Controladoria-Geral da União (CGU), Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério da Justiça brasileiro. O tema está sob investigação do Ministério Público da Holanda, do Departamento de Justiça dos Estados Unidos e autoridades inglesas e teve como ponto de partida notificação feita pela própria SBM em 2012.

Ontem, a Faercom Energia e a Oildrive Consultoria em Energia e Petróleo publicaram nota conjunta nos jornais confirmando informações já publicadas. A nota afirma que as duas empresas, que têm membros da família Faerman como acionistas e Luis Eduardo Campos Barbosa da Silva como sócio na Oildrive (com 49%), atuaram por mais de 30 anos como representantes comerciais exclusivas da SBM Offshore no Brasil.

E que a relação comercial "teve por objetivo prover serviços e equipamentos à Petrobras", sem mencionar outras empresas. E, ainda, que em 2012 a SBM "decidiu atuar em todo o mundo, inclusive no Brasil, através de estruturas comerciais próprias", o que levou, segundo as empresas "a uma não continuidade de seus contratos de representação".

Entretanto, fontes do 'Valor' informam que a partir de suas investigações internas, que começaram em 2012, a SBM demitiu pelo menos um executivo do seu alto escalão, afastou outros e desfez contratos com as empresas que recebiam por meio de comissões, inclusive os mencionados na reportagem.

Questionada na semana passada, a assessoria da SBM em Mônaco não forneceu informações ao 'Valor' sobre Hanny Tagher, que seria ex-diretor de marketing e vendas da SBM. Tagher é mencionado na denúncia do ex-funcionário da SBM (que publicou os dados na internet) como sendo quem explicou à comissão interna como se dava a divisão das comissões pagas às empresas de Faerman. Tagher não aparece como executivo da SBM.

A nota da Faercom e da Oildrive afirma ainda que as empresas "estão prontas a prestar todo e qualquer esclarecimento acerca de suas atividades". Procurados novamente, os representantes da Faercom e da Oildrive ainda não responderam ao pedido de entrevista do 'Valor'.

 



Fonte: Valor Econômico
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