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Pré-Sal

Petrobras obtém licença do Ibama para Sapinhoá

10/12/2012 | 10h10

 

Petrobras obtém licença do Ibama para Sapinhoá
Noticiário cotidiano - Indústria naval e Offshore
Seg, 10 de Dezembro de 2012 07:31
A Petrobras obteve uma das principais licenças ambientais aguardadas para a exploração do pré-sal da Bacia de Santos. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) concedeu a licença de instalação (LI) para que a companhia avance no campo de Sapinhoá. A licença autoriza, praticamente, a exploração de petróleo e gás na região, já que libera a estatal para ligar os cabos de exploração de sua plataforma até os campos. Executada esta etapa, a licença de exploração é emitida automaticamente.
A exploração de Sapinhoá será feita pela plataforma Cidade de São Paulo, que deixou o estaleiro Brasfels, em Angra dos Reis, no litoral do Rio, com destino a Santos. A plataforma vai operar em uma profundidade de água de aproximadamente 2.200 metros, a cerca de 300 quilômetros do litoral paulista. O plano da Petrobras é extrair o primeiro óleo da plataforma já em janeiro de 2013, com a interligação do primeiro poço produtor. Outras interligações ocorrerão na sequência, até o total de seis poços produtores e cinco poços injetores.
A autorização do órgão de meio ambiente, que foi assinada pelo presidente do instituto, Volney Zanardi, já se baseia nos novos parâmetros de licenciamento que o órgão ambiental passou a aplicar no setor de petróleo. O licenciamento passou a ser dados para blocos de exploração, em vez de iniciar um processo para cada poço, mudança que tem resultado em maior agilidade no licenciamento.
A plataforma Cidade de São Paulo tem capacidade de produzir 120 mil barris por dia de petróleo e 5 milhões de metros cúbicos diários de gás. A unidade, do tipo FPSO, que produz, armazena e transfere óleo e gás, será a primeira plataforma de produção definitiva do campo de Sapinhoá.
O plano da Petrobras para a região prevê mais uma unidade flutuante de produção, com previsão de início de produção no segundo semestre de 2014. Esta segunda unidade de produção, batizada como Cidade de Ilhabela, já foi contratada pelo consórcio formado entre a Petrobras, a companhia britânica BG Group e a associação Repsol Sinopec Brasil e encontra-se em fase de conversão.
O consórcio do chamado Bloco BM-S-9 da Bacia de Santos é operado pela Petrobras (45%), em parceria com a BG E&P Brasil Ltda (30%) e a Repsol Sinopec Brasil S.A. (25%). O valor dos empreendimentos na Bacia de Santos - Etapa 1 é de cerca de 19,5 bilhões de reais.
A produção média da Petrobras nas áreas do pré-sal mais que dobrou de janeiro de 2011 para novembro deste ano, passando de 85 mil barris de óleo equivalente por dia (BOE/dia) para 211 mil barris BOE/dia.
Desde o início da produção da companhia nas áreas do pré-sal, em setembro de 2008, a Petrobras já produziu um volume total de 118 milhões de barris de óleo equivalente, se somadas as explorações nas Bacia de Santos e Bacia de Campos. O projeto Piloto de Lula, na Bacia de Santos, está produzindo em quatro poços de 90 mil a 100 mil barris de petróleo por dia, segundo informações da companhia.
O plano de negócios da Petrobras entre 2012 e 2016 prevê investimentos totais de US$ 69,6 bilhões nas áreas do pré-sal, sendo US$ 58,9 bilhões na Bacia de Santos e US$ 10,7 bilhões na Bacia de Campos. (Colaborou Rafael Rosas, do Rio)
A Petrobras obteve uma das principais licenças ambientais aguardadas para a exploração do pré-sal da Bacia de Santos. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) concedeu a licença de instalação (LI) para que a companhia avance no campo de Sapinhoá. A licença autoriza, praticamente, a exploração de petróleo e gás na região, já que libera a estatal para ligar os cabos de exploração de sua plataforma até os campos. Executada esta etapa, a licença de exploração é emitida automaticamente.

A exploração de Sapinhoá será feita pela plataforma Cidade de São Paulo, que deixou o estaleiro Brasfels, em Angra dos Reis, no litoral do Rio, com destino a Santos. A plataforma vai operar em uma profundidade de água de aproximadamente 2.200 metros, a cerca de 300 quilômetros do litoral paulista. O plano da Petrobras é extrair o primeiro óleo da plataforma já em janeiro de 2013, com a interligação do primeiro poço produtor. Outras interligações ocorrerão na sequência, até o total de seis poços produtores e cinco poços injetores.

A autorização do órgão de meio ambiente, que foi assinada pelo presidente do instituto, Volney Zanardi, já se baseia nos novos parâmetros de licenciamento que o órgão ambiental passou a aplicar no setor de petróleo. O licenciamento passou a ser dados para blocos de exploração, em vez de iniciar um processo para cada poço, mudança que tem resultado em maior agilidade no licenciamento.

A plataforma Cidade de São Paulo tem capacidade de produzir 120 mil barris por dia de petróleo e 5 milhões de metros cúbicos diários de gás. A unidade, do tipo FPSO, que produz, armazena e transfere óleo e gás, será a primeira plataforma de produção definitiva do campo de Sapinhoá.

O plano da Petrobras para a região prevê mais uma unidade flutuante de produção, com previsão de início de produção no segundo semestre de 2014. Esta segunda unidade de produção, batizada como Cidade de Ilhabela, já foi contratada pelo consórcio formado entre a Petrobras, a companhia britânica BG Group e a associação Repsol Sinopec Brasil e encontra-se em fase de conversão.

O consórcio do chamado Bloco BM-S-9 da Bacia de Santos é operado pela Petrobras (45%), em parceria com a BG E&P Brasil Ltda (30%) e a Repsol Sinopec Brasil S.A. (25%). O valor dos empreendimentos na Bacia de Santos - Etapa 1 é de cerca de 19,5 bilhões de reais.

A produção média da Petrobras nas áreas do pré-sal mais que dobrou de janeiro de 2011 para novembro deste ano, passando de 85 mil barris de óleo equivalente por dia (BOE/dia) para 211 mil barris BOE/dia.
Desde o início da produção da companhia nas áreas do pré-sal, em setembro de 2008, a Petrobras já produziu um volume total de 118 milhões de barris de óleo equivalente, se somadas as explorações nas Bacia de Santos e Bacia de Campos. O projeto Piloto de Lula, na Bacia de Santos, está produzindo em quatro poços de 90 mil a 100 mil barris de petróleo por dia, segundo informações da companhia.

O plano de negócios da Petrobras entre 2012 e 2016 prevê investimentos totais de US$ 69,6 bilhões nas áreas do pré-sal, sendo US$ 58,9 bilhões na Bacia de Santos e US$ 10,7 bilhões na Bacia de Campos. (Colaborou Rafael Rosas, do Rio)

 



Fonte: Valor Econômico
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