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Química e Petroquímica

Petrobras negocia com sindicato e adia greve na Repar

11/12/2013 | 09h32

 

A decisão dos funcionários da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) sobre a realização de uma greve por tempo indeterminado, que poderia ter início hoje, foi adiada. Os empregados acusam a petroleira de permitir que a unidade opere em condições inseguras.
Ontem, a empresa se reuniu com representantes do Sindicato dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina (Sindipetro PR/SC) e prometeu dar algumas respostas para a lista de 16 reivindicações dos empregados da unidade até hoje no fim do dia. A Repar não está produzindo combustíveis desde o último dia 28, quando houve um incêndio na Unidade de Destilação da refinaria.
A greve dos funcionários da Repar, que é responsável por 10% da produção nacional de combustíveis, foi aprovada no sábado com previsão de início à meia noite desta quarta-feira. No entanto, Silvaney Bernardi, presidente do Sindipetro PR/SC, disse que, como a Petrobras se mostrou disposta a negociar, a paralisação foi suspensa.
Os petroleiros da Repar também decretaram que estão em assembleia permanente - procedimento que garante a possibilidade de que a aprovação da grave possa ser tomada de forma mais rápida, seguindo a lei.
O Sindipetro PR/SC vai analisar as propostas da Petrobras e definir um indicativo recomendando ou não a greve. Bernardi prevê que a partir de amanhã o sindicato convocará novas assembleias.
Dentre as reivindicações apresentadas pelos funcionários à petroleira está o aumento do número de empregados próprios e o acompanhamento da saúde dos trabalhadores que combateram o incêndio. Segundo Bernardi, a Petrobras tem reduzido o efetivo de funcionários com o objetivo de cortar custos. "O incêndio não foi uma surpresa para nós, que já estamos alertando há algum tempo à Petrobras sobre a ausência de efetivo necessário nas nossas instalações."
Segundo o sindicalista, a unidade tem hoje 900 funcionários próprios, dos quais 140 estão em idade para se aposentar.
Segundo a previsão da Petrobras, a Repar volta a operar na próxima terça-feira. Em comunicado enviado na segunda-feira, a petroleira informou que "a ocorrência não impacta o atendimento ao mercado, que está sendo suprido pela Petrobras. A Petrobras vem realizando reuniões de acompanhamento com os distribuidores".

A decisão dos funcionários da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) sobre a realização de uma greve por tempo indeterminado, que poderia ter início hoje, foi adiada. Os empregados acusam a petroleira de permitir que a unidade opere em condições inseguras.

Ontem, a empresa se reuniu com representantes do Sindicato dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina (Sindipetro PR/SC) e prometeu dar algumas respostas para a lista de 16 reivindicações dos empregados da unidade até hoje no fim do dia. A Repar não está produzindo combustíveis desde o último dia 28, quando houve um incêndio na Unidade de Destilação da refinaria.

A greve dos funcionários da Repar, que é responsável por 10% da produção nacional de combustíveis, foi aprovada no sábado com previsão de início à meia noite desta quarta-feira. No entanto, Silvaney Bernardi, presidente do Sindipetro PR/SC, disse que, como a Petrobras se mostrou disposta a negociar, a paralisação foi suspensa.

Os petroleiros da Repar também decretaram que estão em assembleia permanente - procedimento que garante a possibilidade de que a aprovação da grave possa ser tomada de forma mais rápida, seguindo a lei.

O Sindipetro PR/SC vai analisar as propostas da Petrobras e definir um indicativo recomendando ou não a greve. Bernardi prevê que a partir de amanhã o sindicato convocará novas assembleias.

Dentre as reivindicações apresentadas pelos funcionários à petroleira está o aumento do número de empregados próprios e o acompanhamento da saúde dos trabalhadores que combateram o incêndio. Segundo Bernardi, a Petrobras tem reduzido o efetivo de funcionários com o objetivo de cortar custos. "O incêndio não foi uma surpresa para nós, que já estamos alertando há algum tempo à Petrobras sobre a ausência de efetivo necessário nas nossas instalações."

Segundo o sindicalista, a unidade tem hoje 900 funcionários próprios, dos quais 140 estão em idade para se aposentar.

Segundo a previsão da Petrobras, a Repar volta a operar na próxima terça-feira. Em comunicado enviado na segunda-feira, a petroleira informou que "a ocorrência não impacta o atendimento ao mercado, que está sendo suprido pela Petrobras. A Petrobras vem realizando reuniões de acompanhamento com os distribuidores".



Fonte: Valor Econômico
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